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terça-feira, 14 de outubro de 2014
Entidades cristãs no Nepal temem a proibição de conversões religiosas no país
Entidades cristãs no Nepal estão preocupadas com a possível proibição de conversões religiosas no país. Segundo a Christian Solidarity Worldwide (CSW), não há lei no Nepal para defender as pessoas que renunciam a outra fé e se convertem ao cristianismo.
A organização afirma ainda que existe uma mobilização entre políticos do país que têm alegado que a conversão de uma fé à outra deve ser proibida. Membros da entidade cristã afirmam que os cidadãos do país correm o risco de serem proibidos de se tornar cristãos, a menos que uma nova Constituição lhes assegure o direito à crença.
Martin Gore, integrante da Christian Solidarity Worldwide comentou o assunto argumentando ser “muito incerto que [a liberdade religiosa] seja garantida na nova Constituição”.
- Os tratados internacionais que o Nepal assinou realmente afirmam que todos têm o direito de adotar uma religião de sua própria escolha, mas as cláusulas [da Constituição] que temos visto até agora não garantem isso – explicou.
- O Estado tem propostas, no novo código penal, apresentadas antes da Assembleia Constituinte, alguns anos atrás, que proíbem todas as conversões no novo código penal. Apesar de não terem sido consideradas no plenário da Câmara, essas propostas foram redigidas – concluiu Gore.
Tendo apenas 2,85% de sua população de 30 milhões de pessoas composta por cristãos, o Nepal se tornou um país laico após uma guerra civil de uma década entre 1996 e 2006. O acordo para o fim dos conflitos obrigou o país a criar uma nova constituição, mas isso ainda não foi feito, e permanece a incerteza em todo o país.
Segundo o ministério Portas Abertas, um projeto de Constituição deverá ser lançado em janeiro, com lugar para consultas e reformulações ao longo de 2015.
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/
quarta-feira, 11 de junho de 2014
Pastor Behnam Irani, preso no Irã desde 2010, desaparece de sua cela; Família suspeita de execução
O pastor Behnam Irani, preso no Irã desde 2010, estaria desaparecido da penitenciária onde cumpria a sentença de seis anos por conta de suas atividades evangelísticas no país. Ativistas de Direitos Humanos temem que o pastor tenha sido levado para ser espancado e/ou torturado e deixado para morrer.
No país, esse método é conhecido como “execução silenciosa”, pois os prisioneiros não recebem assistência médica e as autoridades relatam suas mortes como oriundas de “causas naturais”.
Segundo informações do site Gatestone, o pastor Behnam Irani foi retirado à força de sua cela às 6:30 da manhã do dia 07 de junho de 2014. Fontes relatam que foi dito ao pastor que ele estava sendo levado para uma audiência de processos judiciais, e que ele seria levado de volta à prisão em breve.
No entanto, ele nunca foi levado ao Tribunal ou voltou para sua cela. A família e companheiros de cela temem por sua segurança, uma vez que seu paradeiro é desconhecido e todas as informações sobre o que houve está sendo negada.
Na época de sua prisão, em 14 de abril de 2010, as forças de segurança invadiram sua casa, e o prenderam na frente de sua família. Após um rápido julgamento, Behnam foi condenado a cinco anos de prisão, mas recebeu um ano adicional, totalizando seis anos.
A República Islâmica do Irã está entre os 10 países com extrema perseguição aos cristãos. Um detalhado relatório do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas divulgado em março de 2014 aponta que o país continua a aprisionar os cristãos por sua fé, e menciona também a hostilidade do Estado iraniano com judeus e praticantes de outras religiões minoritárias no país.
O senador dos Estados Unidos Mark Kirk comentou o documento numa entrevista à Fox News e frisou que algo precisa ser feito em prol da liberdade religiosa no Irã: “Este relatório é como um lembrete importante sobre a verdadeira natureza do regime iraniano… Não podemos fingir que estamos negociando com os moderados ocidentais – estamos a negociar com os radicais islâmicos que perseguem mulheres, cristãos e outras minorias religiosas e étnicas, apesar de negar a todos os seus cidadãos os Direitos Humanos básicos – incluindo a liberdade de expressão e de reunião”.
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/
segunda-feira, 9 de junho de 2014
Grupo liderado por pastor evangélico faz trabalho de assistência a usuários de drogas em favela do Rio de Janeiro
Um projeto social liderado pelo pastor Célio Ricardo, líder da Igreja Evangélica Amor de Deus, tem buscado transformar a vida de viciados em drogas na favela do Jacarezinho, no Rio de Janeiro, que foi recentemente “pacificada”.
O foco do trabalho é atender às centenas de viciados que se aglomeram nas calçadas da favela durante a madrugada em busca de mais uma pedra de crack e um isqueiro para acender o cachimbo com a droga. O pastor Ricardo e o grupo de evangelistas que o acompanha se reúne para distribuir comida para as pessoas que se aglomeram no local, e também para oferecer algum auxílio espiritual através de conversas e orações.
Segundo a Associated Press, o trabalho social dos evangélicos é acompanhado de perto pelo polícia local, que com armas na mão observam como o grupo se esforça para ajudar os viciados.
Apesar de estarem sempre levando comida e palavras de conforto para os usuários de drogas que se aglomeram nas calçadas da favela, o trabalho do grupo não se limita ao auxílio momentâneo e eles oferecem também apoio no centro de reabilitação Amor de Deus.
A igreja oferece abrigo aos viciados num bairro vizinho, em um edifício simples que é anexado à igreja. No local, os jovens rapazes dormem um ao lado do outro em camas de madeira, onde são colocados lençóis limpos e existe uns armários frágeis, onde os viciados podem guardar seus poucos pertences.
- No começo devem descansar porque esta droga os deixa exaustos e alucinados. Não querem comer e perderem a vontade de viver. Querem drogar-se até morrer e aqui tentamos reverter essa situação – explica o pastor.
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/
quinta-feira, 29 de maio de 2014
Cemitério de Missionários - João Luiz Santiago
Uma análise do não ambiente missionário da grande maioria de nossas igrejas e lares.
Li há meses o relato de um missionário discorrendo sobre as dificuldades de seu ministério na Ásia. Ele atua num país islâmico que, apesar de não completamente fechado ao evangelho, há muitas desistências de obreiros em face das dificuldades encontradas. A região é considerada, em meios missionários, como “cemitério de obreiros” ou “cemitério de missionários”. Sabe-se também de realidades semelhantes em alguns países da América Latina.
Que interessante isso, denominarmos uma região ou área ministerial como “cemitério de missionários” devido as agruras e dificuldades do trabalho. É assim denominada porque muitos obreiros voltam prematuramente do campo, como que mortificando, assim, sua vocação ministerial missionária naquele lugar.
Realmente, a falta de frutos, perseguições, antipatias variadas, sacrifícios pessoais e familiares, etc. são elementos de desânimo e retorno prematuro do campo.
Motivado por isso, gostaria aqui de fazer uma reflexão a respeito.
Entre os indígenas das selvas amazônicas há uma experiência assemelhada, eu diria. Por exemplo, nossos filhos, em nossa experiência ministerial, e de muitos colegas que atuam entre povos indígenas isolados, deixaram de ter o convívio dos parentes, encontros familiares, datas especiais, etc. Nova língua (aliás, duas em nosso caso), cultura (idem), etc. foram desafios no norte do Brasil para nossa família, com uma diferença: sem os confortos de uma cidade e seus recursos e entreterimentos, mas em duas casas isoladas. Uma totalmente de madeira, fincada, literalmente, no meio da selva (1 hora e 15 min. de voo da cidade sede da Missão!), e a outra de pau-a-pique (feita de madeira, barro e areia) nas frias serras ao lado do Monte Roraima. Naquela, água só do rio ou da chuva e, nesta, do poço. Banho? no rio ou de chubalde…
Privações e vida simples foram comuns para nossa família, assim como o é para muitos missionários entre povos indígenas do Brasil, por exemplo. Obviamente, há também muitas vezes certas animosidades por parte do povo alvo, assim como perseguições variadas em suas sutilezas e metodologias oriundas de ONGs de “defesa dos direitos humanos”, órgãos oficiais e outros interesses bastante fortes como os de garimpeiros, madeireiros, fazendeiros, grileiros, etc.
Infelizmente, eu e minha esposa não pudemos ver de forma mais clara, enquanto no campo, o resultado do trabalho de nossas mãos. Outros colegas colheram e estão colhendo, o que outrora fora semeado, o que nos causa grande alegria. Que maravilha ouvirmos de muitos obreiros atuais que estão batizando aqueles que têm entregado suas vidas a Jesus; eu não tive o privilégio de batizar nenhum dos indígenas com os quais trabalhei por 14 anos. Louvado seja o Senhor!!! Aleluias pelo que tem acontecido atualmente, e já há alguns anos.
Pois é, essa é a realidade; é o ministério missionário entre indígenas amazônicos: sacrifícios, isolamento, perseguições, privações, comidas diferentes, insetos, animais peçonhentos, malária, rios encachoeirados, perigos mil… Tudo isso é parte do dia-a-dia de obreiros nas selvas. É inerente ao ministério, pura e simplesmente.
Mas espere! Na verdade, que sacrifícios são estes comparados aos pioneiros que desbravaram há cinquenta, setenta anos atrás aquelas selvas, se embrenhando por elas? Que sacrifícios são estes comparados ao esvaziamento de Jesus quando veio e habitou entre nós???
A expressão, “cemitério de missionários” é mais uma daquelas expressões que em nada contribui para o reino ou para novos missionários se juntarem à tarefa, seja em que campo de atuação for. Conheci obreiros que trabalharam com povos indígenas e que saíram do trabalho frustrados, tristes, desanimados, etc. e nem por isso há um cemitério de missionários nas selvas amazônicas. Aliás, considerando o ministério entre os indígenas do Brasil, especialmente da região da Amazônia Legal, poderíamos tomar emprestada esta expressão para fazer referência às dificuldades, limitações, sacrifícios e outras muitas palavras que descrevem os contextos ministeriais adversos entre esses povos que ali vivem. Mas isso seria bobagem!
A expressão “cemitério de missionários” para que serve??? Serve apenas para o contraproducente, o repelir novos obreiros; serve apenas para afagar a auto comiseração de muitos obreiros, ou o ego de missionários “Indiana Jones” às avessas. Bobagem!
Os cemitérios de missionários, se é que vamos usar tal expressão sensacionalista, estão muito longe dos campos onde os obreiros atuam, seja em que continente for. Cemitério de missionários são púlpitos estéreis de desafios missionários. São púlpitos covardes que não confrontam os membros da igreja para o envolvimento em missões. Isto sim, poderíamos chamar de cemitério de missionários.
Cemitério de missionários são pais egoístas que não liberam seus filhos e filhas para o serviço de Deus. Cemitério de missionários são pastores pequenos, fracos, covardes que não são capazes de abrir a Palavra e afirmar “… assim diz o Senhor…” sobre a necessidade de mais obreiros transculturais.
Cemitério de missionários são escolas de formação teológica onde a teologia é motivo de afastamento dos futuros formandos dos campos. É sabido, e tristemente atestado, que muitos alunos iniciantes sofrem de um acentuado arrefecimento de sua visão e vocação ministeriais missionárias à medida que avançam em seus estudos teológicos. São alvos (eu diria, vítimas) de professores que atribuem à teologia, ou a carreira ministerial, como ascensão acadêmico-social, um quase “plano de carreira academicista”. Por esta razão muitos egressos dessas escolas nem pensam em sair de um grande ou médio centro para plantação de igreja em regiões necessitadas. Nem mesmo pastorear um grupo menor ou mais afastado. Missões de ponta de lança? Nem pensar em tal coisa!!! São obreiros nati-mortos em termos missionários; isto, sim, é cemitério de missionários.
Que coisa triste, lamentável mesmo pois, quem é a “mãe da teologia” senão a revelação e comunicação de Deus a nós, (missões!) que, justamente, é o objeto da teologia?!
É lamentável também vermos igrejas que têm um potencial enorme para suprirem os campos missionários com seus rapazes e moças, mas que se contam nos dedos, quando muito, os que dali saíram para os “…campos brancos para a ceifa”.
Não é pequeno o número de pastores que não conseguem ver além do reino sectário de sua igreja e ou denominação. Há muitos pastores que conseguem motivar os seus jovens para carreiras profissionais, apoiá-los em seus cursinhos e faculdades, orar por eles ao serem aprovados no vestibular ou quando vão morar em outra cidade, estado ou país distantes. Mas não os motivam à carreira ministerial. Para esta última, há uma série de exigências a serem cumpridas para que tenham a aprovação da liderança. Exigências estas muitas vezes absurdas.
Líderes que agem como se fossem os donos da vocação ou do chamado de Deus para suas ovelhas; que tristeza!
Enquanto tal ocorre muitos jovens são arrefecidos em seu entendimento do serviço a Deus. Muitos nem mesmo ouvem de seus líderes, seja do púlpito ou em conversas pessoais, sobre a necessidade de exposição do evangelho entre os povos ainda não alcançados. Não são despertados para a verdade que o alcance desses povos depende do desprendimento de rapazes e moças que se lancem, depois de bem preparados, ao campo missionário.
E o que dizer de pais que projetam nos filhos seus sonhos frustrados de outrora?! Em consequência disso, só conseguem vislumbrar uma carreira secular promissora para seus filhos. Carreira esta que produzirá ganhos materiais e estabilidade financeira, pois não admitem seus filhos como obreiros do Senhor, missionários onde Deus os quiser conduzir. Muitos até mesmo querem fazer dos seus filhos esteios de sua velhice, onde a segurança futura é depositada no bom sucesso de suas crias.
Que desperdício de juventude, criatividade, vigor, inteligência, etc. se observa quando os pais não admitem que seus filhos sirvam ao Senhor. Muitos consideram isso até mesmo vexatório, humilhante, atestado de incapacidade. ” – Meu filho, obreiro do Senhor, missionário??? De forma alguma! Ele será alguém na vida”. É a afirmação, normalmente não verbalizada, mas algumas vezes, sim, de muitos pais.
Quanta marginalização por parte de pais egoístas que não conseguem ser motivadores para que seus filhos encontrem plena realização no serviço do Mestre, na obra missionária.
Sim, há muitos cemitérios de missionários em muitos lares de pais crentes mas que pouco confiam no Senhor para a condução e direção dos seus filhos.
Infelizmente, há dois tipos de pessoas, onde os jovens que desejam servir ao Senhor, encontrarão dificuldades de darem cabo de sua vocação e decisão de servirem no campo missionário: os pastores e os pais. Estes por seus, basicamente, egoísmos e medos de deixarem Deus conduzir seus filhos. Aqueles por terem uma visão medíocre e, não raras vezes, orgulhosa, a tal ponto de se constituírem nos donos da vocação de suas jovens ovelhas.
Precisamos, obviamente, reverter este triste quadro, tanto o pastoral/eclesiástico quando o paterno/familiar. A obra missionária que está diante de nós não comporta pensamentos e atitudes tão pouco visionárias, egoístas e medíocres. A obra missionária a ser feita só poderá, efetivamente, acontecer com nova mão de obra. E esta se encontra, exatamente, dentro de nossos lares e de nossas igrejas.
Ser um engenheiro, médico, advogado, dentista, militar, etc. qualquer um pode ser e desempenhar uma ótima profissão, com testemunho relevante no tecido social onde trabalhará. Mas um obreiro de Deus, um missionário de dedicação exclusiva ao serviço do Senhor, é tarefa apenas para aquele que persistentemente assim decidir e lutar. Que não se conforma com o cemitério que há ao redor de si, em sua igreja e ou lar.
Estes lutarão e insistirão já em sua própria casa e igreja, pois são, geralmente, nesses ambientes onde encontrarão as primeiras e mais fortes contrariedades para prosseguir.
Muitos pastores e pais, em flagrante reflexo de falta de visão e compromisso sério e visionário com Deus, serão os primeiros a tentarem (e muitos o conseguirão) demover suas ovelhas e filhos dessa “loucura” de querer ser missionários.
Nossa família, filhos e nossas ovelhas são instrumentos do Senhor para o alcance dos perdidos sem o conhecimento de Deus. Mas para que nós, pais e pastores, saibamos conduzir tais instrumentos a efetividade ministerial, necessitamos usar mais adequadamente a autoridade que o Senhor nos delegou. Usá-la com visão larga e aberta das necessidades e oportunidades do campo missionário. Usá-la debaixo da dependência do Senhor desses campos e do Seu desejo em alcançá-los. Usá-la de forma menos egoísta e marginal, a fim de que nossas ovelhas e filhos vejam em nós o entendimento de serem eles a resposta de Deus aos campos.
Queridos, precisamos abrir mão dessa potencial mão-de-obra; precisamos dar direcionamento bíblico abalizado a ela; precisamos ser melhores mordomos das ovelhas de nossas igrejas e filhos de nossos lares.
Não podemos ser pás que trabalham com a morte num cemitério de missionários em nossas igrejas e lares.
Que sejamos aqueles que trabalham com a “puericultura missionária”. Aqueles que promovem e asseguram o nascimento e o desenvolvimento de visões saudáveis naqueles que o Senhor nos deu a liderar.
Que O Senhor nos ajude. E Ele assim quer!
Juntos com Jesus, o Missionário por excelência,
João Luiz Santiago
João Luiz, e Denise, sua esposa, são missionários da MEVA. Trabalharam 14 anos entre os yanomamis e macuxis, no estado de RR. Atualmente coordena o Dpto. de Missões do SBPV. Seu filho, João Luiz (Joãozinho), é também missionário da MEVA entre os yanomamis. Sua filha, Lara Luíza, com seu marido, André, se preparam para a obra.
Fonte: http://www.meva.org.br/artigos/
sexta-feira, 25 de abril de 2014
Muçulmana afegã se converte ao Evangelho após sobreviver a tempestade durante fuga de seu país
Uma mulher muçulmana que buscava exílio de seu país, Afeganistão, revelou como se converteu ao cristianismo durante a viagem de barco à Europa.
Durante uma tempestade, ela e outras 65 pessoas estavam espremidas na embarcação, sem comer ou beber há três dias, quando veio a constatação desesperada: “Nós vamos morrer”. Ela e outras pessoas passaram a fazer preces a Alá, pedindo por sobrevivência.
No meio do terror da tempestade, o barco mergulhou de bico, jogando todas as pessoas numa única direção. Nesse momento, lembrou de partes de uma conversa que teve com sua irmã, cristã, na Austrália, e com seu irmão, também cristão, na Alemanha.
Nesse momento, a mulher lembrou das cenas de um filme sobre Jesus que ela havia visto, e orou a Deus, clamando por livramento: “Se permitir que eu e meus filhos sobrevivamos, irei a uma igreja assim que chegar a terra firme”, disse ela.
Ao terminar a frase, o barco se endireitou, e as pessoas que estava à bordo comemoravam a sobrevivência ao susto. No entanto, a mulher sentia no coração que aquele livramento era resultado da intervenção divina.
Na sequência, uma embarcação grega aproximou-se e os tripulantes passaram a jogar garrafas de água para os refugiados. O barco em que viajavam foi guinchado em segurança até à praia, onde os passageiros foram atendidos, recebendo roupas secas, comida e abrigo.
Quando pôde, a mulher foi a uma igreja, como cumprimento de seu voto. Uma cerimônia de casamento estava sendo celebrada, então ela sentou e assistiu. Na semana seguinte, foi a outra igreja, sentou nos fundos e assistiu ao culto, mesmo sem entender nada. Na terceira visita a uma igreja diferente, embora não compreendesse o que era dito, sentia-se em paz, e achou isso bom.
Nesse lugar, ouviu falar de um centro de refugiados afegãos, onde seus compatriotas recebiam assistência. Ao chegar ao local, notou que era uma instituição mantida por uma igreja cristã. Voluntários entregaram um exemplar da Bíblia no idioma afegão, e ela pôde conhecer os ensinamentos cristãos, como amor ao próximo, perdão aos inimigos, virar a face, entre outros.
A refugiada passou a comparar esses princípios com os ensinamentos de sua antiga religião, e assim, começou a sentir-se atraída pelo Jesus que aqueles voluntários pregavam. Depois de quatro meses, tomou a decisão de aceitá-lo como Salvador, e lembrou de seus familiares que haviam se convertido ao Evangelho.
A vida num país diferente do seu, embora difícil, começava se mostrar menos incerta, pois sentia que Deus respondia suas orações. “Da tempestade no mar para a paz no meu coração, eu sou verdadeiramente grata! Louvado seja Deus”, disse a refugiada, agora convertida, ao Assist News Service.
Bruce McAtee, diretor do Centro de Refugiados do Hellenic Ministries, onde a mulher recebeu assistência, comentou a história de vida e testemunho da refugiada: “Depois disso, essa mulher se juntou a sua família na Suécia, no mês passado. Antes de sair, ela deu seu testemunho na igreja e eu tive o privilégio de batizá-la. Foi um momento poderoso como saiu da água com lágrimas e orações. Ela deixou a Grécia com um fardo e uma convicção para compartilhar com outras pessoas sobre esta nova vida de esperança, paz, amor, perdão, e tudo o que é encontrado em Cristo”.
Por Tiago Chagas, para o Gospel+
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/
domingo, 26 de janeiro de 2014
Governo do Irã está banindo o cristianismo e fechando as igrejas em todo o país
Nas últimas semanas a atenção mundial se voltou para o Irã por causa dos elogios de diversos líderes internacionais à decisão do país em fechar parte de seu programa nuclear. Parte dessa atenção vem também do fato de que o anúncio do Irã pode motivar o fim de algumas das sanções econômicas impostas a ele pelos Estados Unidos e União Europeia, como parte do acordo feito no ano passado sobre o fechamento do programa nuclear.
Porém, um fato que passa despercebido, apesar de o Irã de estar no centro das atenções mundiais, é a crescente perseguição religiosa que os cristãos enfrentam no país. Segundo Michael Wood do ministério Portas Abertas nos EUA, está em andamento um fechamento sistemáticos das igrejas cristãs em todo o país.
- É basicamente ilegal até mesmo ir a uma igreja – explica Wood, que revela ainda que o governo tem seguido e examinado a vida de supostos cristãos, com o objetivo de fechar as igrejas que estes frequentam.
Com isso, ele conta que muitos grupos de cristãos têm se reunido em casas, ao invés de ir às igrejas. Porém, a reunião de um grande número de pessoas nas casas acaba chamando a atenção também, e toda essa situação tem tornado ainda mais difícil a vida dos cristãos no país.
Segundo Wood a situação dos cristãos no Irã só tem se agravado desde a última eleição presidencial, mas, a despeito disso, um grande número de pessoas está se convertendo, oque gera ainda mais resistência por parte do governo islâmico iraniano.
Em nono lugar na Open Doors World Watch List, publicação anual do ranking de 50 países onde a perseguição aos cristãos é mais severa, o Irã tem reagido de maneiro enérgica ao crescimento do número de cristãos no país, fechando igrejas e perseguindo aqueles que se convertem do islamismo ao cristianismo.
Porém, Wood afirma que “sob a perseguição que está acontecendo, você vê uma Igreja em crescimento”.
Diante dessa situação, o ministério Portas Abertas pede aos cristãos do mundo inteiro que orem em favor dos irmãos iranianos, para que eles tenham perseverança, e continuem compartilhando sua fé.
Por Dan Martins, para o Gospel+
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/
domingo, 1 de setembro de 2013
Como alcançar Muçulmanos VI
Como Alcançar os Muçulmanos – Parte 6
Dr Salim Almahdy
Este mês estaremos resumindo os pontos principais sobre como alcançar os muçulmanos para Cristo, revendo o que discutimos nas últimas edições.
Um dos pontos mais importantes no compartilhar o evangelho com os muçulmanos é conhecer os ensinamentos tanto da Bíblia como do Alcorão. Você precisa saber o que cada um destes livros fala dos assuntos sobre os quais vocês estão conversando, como o pecado, a salvação, o amor de Deus, o caminho para o céu, a vida eterna, inferno, certeza da salvação, quem intercede por nós, etc.
As respostas que o Alcorão dá a estas perguntas são totalmente diferentes das respostas que a Bíblia dá. O islamismo ensina que pecado é simplesmente uma ação e que o homem não tem uma natureza pecaminosa. Portanto, não há nada do que você precise ser salvo. O justo precisa se arrepender e praticar boas ações e os pecados são perdoados. O islamismo também ensina que ninguém pode entrar no céu. O céu é o trono de Deus, e Deus não tem nenhum relacionamento pessoal com os seres humanos. O Jardim, ou Paraíso, é o lugar para onde o homem vai e o único caminho para o Paraíso é a prática de boas obras, a oração, o jejum, dar esmolas aos pobres, visitar Meca (o lugar do nascimento do islamismo), se possível, e recitar o credo islâmico (“Só Alá é Deus e Maomé é o seu Mensageiro”). E, mesmo com tudo isto, a pessoa não tem nenhuma garantia de que vai para o Paraíso. Alá é quem decide se a pessoa vai para o Paraíso ou para o inferno. Os muçulmanos também acreditam que Maomé, o profeta do islamismo, é o único de quem Alá aceita intercessões. Ele pode interceder por qualquer pessoa, mesmo que esta pessoa já tenha morrido.
Para alcançar os muçulmanos, você precisa conhecer as perguntas feitas com mais freqüência pelos muçulmanos, e saber as respostas bíblicas. Abaixo apresentamos um exemplo de diálogo para perguntas que um muçulmano pode fazer:
P: Você crê que Deus é uma só ou mais de uma pessoa?
R: Os cristãos crêem que Deus tem três partes, mas é uma só pessoa, conforme a Bíblia (Mostre a ele 1 João 5.7-8; há maior eficácia se você deixar o seu amigo muçulmano ler ele mesmo).
P: Você crê que a Bíblia é igual à original e que não foi adulterada por ninguém? Você não pode provar nada de um livro adulterado.
R: A Bíblia não foi adulterada e as minhas provas são . . . (Já tratamos desta pergunta em edição anterior).
P: Então, quem é Jesus?
R: Ele é a Palavra de Deus, conforme a Bíblia afirma em João 1.1,2 e o próprio Alcorão também afirma na Sura 3.45. Ele é o Espírito de Deus (Sura 4.171). Ele é um mensageiro de Deus (Sura 4.171).
P: Jesus é o Filho de Deus?
R: Sim, Ele é (Romanos 1.3,4).
P: Deus se casou e teve um filho?
R: Não (Explique a ele o que significa Filho de Deus, que Jesus é Deus encarnado).
P: Deus come, bebe e vai ao banheiro?
R: Há uma diferença entre o corpo de Jesus e o Espírito de Deus. No Alcorão, Deus tem todas as características do homem; por exemplo, Deus tem um rosto, Ele pode ver, falar, amar, odiar, sentar-se levantar-se etc., portanto, não é estranho que Deus que tem todas estas características no Alcorão possa revelar-se a Si mesmo como homem em Jesus Cristo.
P: Quando Jesus morreu, Deus também morreu?
R: (A mesma idéia acima).
P: O Novo Testamento aboliu o Velho Testamento e o Alcorão aboliu o Enjil?
R: Deus não muda a Sua Palavra. Se Deus é Onisciente, Ele não precisa dar uma ordem e depois mudá-la, pois Ele sabe todas as coisas, nos mínimos detalhes, do princípio ao fim.
P: Você pode me dar um exemplo?
R: Quando Deus mandou os judeus saírem do Egito, eles eram pequenos em número e teriam de enfrentar muitas nações grandes. Mas Deus lhes disse para não terem medo delas e para não aceitarem nem adorarem os seus ídolos, mas que deviam destruí-los. Quando os judeus se tornaram mais poderosos, Ele lhes disse a mesma coisa. Ele lhes disse isto desde o começo pois queria ensinar-lhes que a vitória é do Senhor e que não depende nem da força nem do número deles. Alá não fez o mesmo quando os muçulmanos eram poucos. No início, Alá não os mandou combater os cristãos ou os judeus, mas deu a Maomé as Suras mais “agradáveis” a respeito dos cristãos e dos judeus. Quando Maomé conseguiu juntar um exército poderoso, Alá aboliu o jeito agradável de lidar com cristãos e judeus, substituindo por um jeito mais duro.
P: Você pensa que o Alcorão e a Bíblia têm a mesma origem?
R: Certamente que não, pois contém ensinos inteiramente diferentes e contraditórios. Eu sei que a Bíblia verdadeiramente vem de Deus.
Mais importante é praticar o amor do Espírito Santo com os muçulmanos. Sem amá-los você não vai conseguir jamais ganhá-los para Cristo. A mensagem que você vai compartilhar com os muçulmanos tem de ser a mensagem de Jesus Cristo, não que ele precisa deixar a sua religião e virar cristão, mas que ao aceitar a Jesus Cristo como o seu Salvador pessoal ele pode ser livre da punição do inferno e ter a vida eterna.
Continuem orando para que os muçulmanos sejam tocados pelo amor do Espírito Santo através de vocês
Fonte: www.vozdosmartires.com.br/
Como alcançar Muçulmanos V
Como Alcançar os Muçulmanos – Parte 5
Dr Salim Almahdy
Oração e Direção
Nem todos os muçulmanos pensam exatamente igual. Ao testemunharmos aos muçulmanos, precisamos da direção do Espírito Santo para discernir o seguinte:
Saber o que o seu amigo muçulmano pensa do cristianismo.
Cada muçulmano tem uma reação diferente ao evangelho. Estas reações foram divididas em sete categorias, a seguir:
1. O muçulmano que não gosta de discutir qualquer assunto social ou religioso com um cristão para não se corromper. Um crente não pode se comunicar com este tipo de muçulmano, a não ser através do próprio estilo de vida e caráter, sendo um bom exemplo de cristão. Jesus disse: “Assim brilhe a sua luz diante dos homens, para que eles vejam as suas boas obras e glorifiquem ao seu Pai que está no céu”(Mateus 5.16). O muçulmano precisa ver no cristão alguma coisa que o diferencia dos demais.
2. O muçulmano que tem uma atitude positiva em relação aos cristãos, mas que não gosta de discutir religião. Este tipo de pessoa também precisa ver o cristão vivendo a própria fé, mas ele é mais aberto a ouvir quando você fala sobre questões sociais que podem levar a uma conversa sobre religião.
3. O muçulmano que conversa sobre religião, mas que ataca a Bíblia e as questões doutrinárias. A intenção dele é forçar o islamismo sobre o cristão. Ele crê firmemente na origem divina do islamismo. Este tipo de muçulmano precisa de alguém que o ouça até ele terminar. Sempre responda as perguntas dele com outras perguntas.
Por exemplo, o muçulmano pode perguntar: “Você crê que a Bíblia que você lê é a mesma que foi inspirada por Deus?”
Cristão: “Sim, eu creio; e como você crê?”
Muçulmano: “Essa não é a Bíblia original. É uma Bíblia corrompida”.
Cristão: “Você sabe onde posso encontrar um exemplar da original?”
Muçulmano: “Não, eu não sei. Mas, eu não tenho dúvida de que esta é uma Bíblia corrompida”.
Cristão: “Você pode me dizer quando isto aconteceu? A corrupção aconteceu antes ou depois do islamismo?”
Muçulmano: “Antes do islamismo, é claro.”
Cristão: “Então, por que o profeta do Islã pede ao povo do livro, os cristãos e os judeus, que observem a Torá e o Injil [o Velho e o Novo Testamentos], pedindo-lhes para olhar para eles como livros de referência válidos? Sura 5:68 do Alcorão diz: “Ó povo do livro! Vós não tendes nenhum chão para vos firmardes, a não ser que vos firmeis na Torá, no Evangelho e toda a revelação que vem a vós do vosso Senhor. É a revelação que vem a vós do vosso Senhor”. De acordo com a Sura 10:94, Alá também falou a Maomé que se ele tivesse dúvidas sobre qualquer coisa que estava sendo revelada a ele, ele podia perguntar ao povo do livro. “Se duvidas do que Nós temos revelado a ti, pergunta aos que leram as Escrituras antes de ti. A verdade veio a ti do teu Senhor; portanto não duvides dela. Nem deverás negar as revelações de Deus, porque senão estarás perdido”.
Continue a responder ao seu amigo muçulmano através de perguntas que o ajudarão a pensar sobre as respostas—levando-o na direção da Verdade. Esta é uma das coisas mais importantes que podemos fazer quando estamos testemunhando.
4. O muçulmano que está aberto a ouvir o que você tem a dizer sem querer argumentar. Ele só quer ouvir, não responder. Este tipo de muçulmano precisa de uma mensagem cristã bem simples, ao lhe fazer perguntas sem esperar que responda ou reaja a elas. Você pode perguntar: “O que significa redenção?” Você mesmo responde: “Redenção significa que uma pessoa inocente precisa morrer pela culpa de alguém. Quem é o mais indicado para isto? Sem dúvida, Jesus Cristo é o único”.
5. O muçulmano que está aberto à verdade do cristianismo. Ele está pronto para discutir as suas perguntas leal no respeito a você e à Bíblia. Este tipo de muçulmano precisa de alguém que possa responder a todas as perguntas dele. A maioria dos muçulmanos que se encaixam nesta descrição ficam normalmente convencidos com a sua mensagem.
6. O muçulmano que tem dúvidas sobre o islamismo e faz perguntas sobre o cristianismo. É preciso uma pessoa bem versada no islamismo para responder às perguntas dele sobre islamismo e/ou cristianismo, fazendo comparações entre as duas.
7. O muçulmano que ama a Cristo e pergunta como ele pode receber a Jesus Cristo como o seu Salvador pessoal. Ele precisa da mensagem simples do evangelho e de encorajamento para neste ponto expressar os seus sentimentos a Deus.
Há mais duas coisas sobre as quais precisamos orar e buscar a direção do Senhor para podermos entender melhor os nossos irmãos e irmãs muçulmanos e podermos alcançá-los efetivamente. São elas:
Conhecer a verdadeira necessidade do muçulmano. Ele teme o dia do julgamento e a eternidade? Ele precisa de perdão?
Saber a hora exata de falar com o muçulmano. Se você sabe o que o seu amigo muçulmano pensa do cristianismo, o Espírito Santo vai dar a você direção para saber o momento certo para compartilhar o evangelho com ele. Lembre o que Jesus disse: “Ninguém vem a Mim, a não ser aqueles que o Pai Me enviar” (João 6.44).
Deixo-os na paz de Deus.
Fonte: www.vozdosmartires.com.br/
Como alcançar Muculmanos IV
Como Alcançar os Muçulmanos – Parte 4
Dr Salim Almahdy
Para ganhar os muçulmanos para Cristo, você e eu temos de fazer alguma coisa. Você pode perguntar – O que eu posso oferecer a eles? A seguir, apresento algumas idéias:
Você precisa mudar de atitude em relação aos muçulmanos. Muitas pessoas no ocidente consideram os muçulmanos como pessoas problemáticas, que se negam a receber a Cristo como seu Salvador pessoal. Mas isto não é verdade para todos os muçulmanos. A maior parte tem muita vontade de conhecer a Deus e de ter a certeza de que vai para o céu. Deus mesmo colocou esse desejo nos corações de todos os seres humanos, mas muitos estão sendo enganados pelos ensinos do islamismo. O Espírito Santo ajuda a mudar a impressão de que todos os muçulmanos são maus.
Lembre-se da ordem dada pelo Senhor Jesus antes de subir de volta ao céu: “Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura” (Marcos 16.15). Deus também tinha os muçulmanos em mente quando Jesus deu esta ordem.
Os muçulmanos têm muitas necessidades que você não pode suprir por causa das barreiras da língua, cultura e religião entre o ocidente e o Oriente Médio. Mas isto não quer dizer que podemos nos esquecer deles. Você pode apoiar um missionário, uma igreja, ou organização que possa suprir estas necessidades em seu nome.
Comunicando o Evangelho
A necessidade mais urgente dos muçulmanos é ouvir, ler e ver a Palavra de Deus. Precisamos oferecer a eles Bíblias e material cristão que não conflitem com a sua cultura e que sejam adequados especificamente à sua compreensão. Sempre usamos um vocabulário com um terminologia cristã “estranha” para eles, como: “Querido irmão, você precisa saber que Deus, o seu Pai, o ama de tal maneira que deu o Seu único Filho por você e Ele quer que você seja um crente e que receba a Jesus como o seu Salvador pessoal. Ele vai lhe dar uma nova natureza no lugar da natureza pecaminosa que você tem. Se quiser entregar a sua vida a Jesus, você pode orar agora e Deus vai garantir a sua entrada no céu, onde você vai estar para sempre com Ele”.
Esta é uma mensagem de salvação que um cristão pode entender, mas para um muçulmano ela apresenta muitos problemas. Por exemplo:
“Deus, o seu Pai”—Deus não pode ser o pai de nenhum homem e de nenhuma mulher. Deus é senhor e os homens seus escravos. Esta é a única relação que existe entre Deus e os homens no islamismo.
“Deus o ama”—Deus também não ama incondicionalmente os seres humanos. Deus ama somente os crentes verdadeiramente fiéis ao islamismo. É o amor do senhor ao seu fiel escravo, não o amor do pai ao filho. “Deus é o Pai” e “Deus é amor” são dois nomes que faltam entre os mais belos nomes de Alá no islamismo.
“Seu Filho único”— No islamismo, Deus (Alá) não tem nenhum filho. Quando você fala que Jesus é o Filho de Deus, eles imaginam que Deus casou com a virgem Maria que ficou grávida de Jesus. Desta forma, os muçulmanos não ouvem os cristãos. Eles não compreendem a Trindade, que os cristãos creiam que o Pai e o Filho são o mesmo Deus. Não adoramos a três Deuses e não “pensamos” que Deus tenha tido relação sexual com Maria para gerar Jesus.
“Um crente”—No islamismo, crente é aquele que recita o que eles chamam de os dois testemunhos: “Somente Alá é Deus e Maomé é o seu profeta”. Basta esta declaração para alguém ser considerado um crente no islamismo. Os muçulmanos acreditam que precisam recitar um “testemunho” para se tornarem cristãos e eles não querem negar o seu testemunho islâmico.
“Seu Salvador pessoal”—Não há nenhum relacionamento “pessoal” entre o homem e Alá.
“Uma nova natureza no lugar da natureza pecaminosa”—Os muçulmanos não sabem do que você está falando. O islamismo não ensina que o homem possui uma natureza pecaminosa depois da queda de Adão e Eva. No islamismo, pecados são atos específicos e não resultados de uma natureza pecaminosa – portanto, a salvação não é necessária.
“Entregar a sua vida a Jesus”—No islamismo, Jesus é apenas um profeta. Alguns dizem que Ele morreu e que Alá O levou para o céu. Outros acreditam que Deus O levou para céu e que Ele ainda vive e que virá novamente para morrer e voltar para o céu. Nenhum muçulmano acredita que Jesus foi mesmo crucificado e que, afinal, Ele é um homem como Adão e não pode dar a vida eterna para ninguém que somente Deus pode dar.
“Você pode orar agora”—No islamismo, orar não é simplesmente falar com Alá, porque ninguém pode fazer isto. Orar é recitar. Você não pode dizer para um muçulmano orar agora, porque ele tem uma hora especial do dia para orar cada uma das orações que ele tem de fazer diariamente. Para orar, o muçulmano precisa tirar os sapatos, lavar-se, ter um lugar especial coberto no chão, olhar na direção de Meca e recitar certas porções do Alcorão. E mesmo que você queira orar com ele, o muçulmano não pode orar com você porque você não é muçulmano.
“Garantir a sua entrada no céu para estar para sempre com Ele”
—No islamismo, ninguém pode garantir que vai para o céu ou estar com Alá.
Os muçulmanos precisam ouvir a Palavra de Deus. Programas cristãos de rádio são uma das maneiras mais eficazes de alcançar os muçulmanos. Apesar de no Oriente Médio a televisão cristã ser mais eficaz, pastores de fala árabe têm medo de aparecer na televisão porque podem ser perseguidos e mortos pelos muçulmanos ou pelo governo. Agradeça a Deus pela VdM e pela sua ajuda em ganhar os muçulmanos para Cristo e ajudar a igreja sofredora no mundo islâmico.
Fonte: www.vozdosmartires.com.br/
Como alcançar Muçulmanos III
Como Alcançar os Muçulmanos – Parte 3
Dr Salim Almahdy
Um Novo Amor Pelos Muçulmanos
“Quem não ama não conhece a Deus, pois Deus é amor” (1 João 4.8).
Para começar, vamos confessar uma das grandes falhas dos cristãos. Normalmente, não temos mostrado muito amor pelos muçulmanos. Antigamente, havia cristãos que faziam guerra contra eles. Felizmente, raramente lutamos com armas. Mas, alguns cristãos ainda pensam que é o seu dever batalhar contra o islamismo com discussões e abusos. Outros cristãos vivem mais ou menos separados dos muçulmanos; eles se encontram no comércio, mas raramente consideram-se amigos.
Por Que Devemos Amar os Muçulmanos?
O principal objetivo deste capítulo é persuadir você, cristão, a amar os muçulmanos. Aqui temos três razões:
Em muitos países, cristãos e muçulmanos vivem juntos como membros da mesma aldeia ou família. Em todos os lugares do mundo moderno, as pessoas de boa vontade estão lutando por unidade e cooperação.
Jesus Cristo disse que o segundo grande mandamento é: “Ama ao teu próximo como a ti mesmo” (Marcos 12.31). Onde o muçulmano estiver perto de você, Jesus diz que você deve amá-lo.
Deus ama toda a humanidade, inclusive os muçulmanos. Ele enviou Jesus Cristo para morrer por todos. Por isso, somos chamados a amar os muçulmanos, mesmo que algumas vezes eles pareçam nossos inimigos (Romanos 5.6-8; Mateus 5.43-45).
Como Devemos Mostrar Amor aos Muçulmanos?
Seja amável com os muçulmanos. Pouco a pouco, tente derrubar as barreiras que separam os cristãos dos muçulmanos. Comece com o modo simples da saudação e do sorriso. Faça visitas para demonstrar a sua amizade. Dê o devido respeito. Alegre-se com os que se alegram e chore com os que choram. Ore pelos que estão enfrentando problemas. Seja honesto nos negócios. Se algum muçulmano fez algum mal contra você, perdoe-o. Se você fez algum mal a ele, peça-lhe perdão.
Mostre o seu amor cooperando com muçulmanos pelo bem estar e progresso de sua comunidade. Islamismo e cristianismo, ambos clamam por justiça e compaixão pelos doentes e necessitados. Há muitas coisas que cristãos e muçulmanos podem fazer juntos.
Procure entender os muçulmanos e a sua fé. Algumas pessoas pensam que para ser um bom cristão é preciso condenar os não cristãos. Isto é um engano (Veja Lucas 6.37). Você é um bom cristão se, ao mesmo tempo que se mantém firme na sua própria fé, você mostra amor e tolerância em sua atitude com as pessoas de outras religiões. Note como Jesus foi caridoso com os samaritanos (Lucas 9.51-55; 10.29-37; 17.11-19) e com os gentios (Mateus 8.5-13), ambos considerados inimigos pelo Seu povo.
Muçulmanos sinceros têm muitas coisas em comum com cristãos sinceros. Estão lutando para fazer o bem e são tentados pelo mal. Muitas vezes estão sozinhos, desapontados, com problemas, doentes ou enfrentando a morte. Querem saber o sentido da vida e buscam em Deus a resposta dos seus problemas.
Portanto, seu amor pelos muçulmanos significa que primeiro você os reconhece como seres humanos, seus semelhantes. Depois, a fim de entendê-los, estuda a religião que é preciosa para eles. Não pesquise o islamismo com o intuito de encontrar falhas. Em vez disso, procure os pontos bons e se alegre com eles.
Fale de Jesus Cristo aos muçulmanos. Algumas pessoas entenderam errado a palavra “amor”. Quando dizemos que “os cristãos deveriam amar os muçulmanos”, eles pensam que estamos pedindo um certo tipo de compromisso. Pensam que “amar os muçulmanos” significa: “Não lhes fale nada sobre o evangelho porque eles podem se ofender”.
Isto não significa “amar os muçulmanos”. Amar os muçulmanos é justamente o contrário. Quando você tem alguma coisa de valor, quer compartilhar com quem você ama. Se realmente amamos os muçulmanos, certamente vamos querer compartilhar com eles o maravilhoso evangelho de Jesus Cristo.
Além disto, como cristãos devemos obedecer a ordem de Jesus, que não apenas nos disse para amarmos o nosso próximo, mas disse também que “arrependimento e perdão de pecados deviam ser proclamados em Seu nome a todas as nações” (Lucas 24.47; compare com Mateus 28.19,20).
Resumo
A coisa mais importante é os cristãos terem uma nova atitude de amor aos muçulmanos. Isto é testemunhar poderosamente de Jesus Cristo!
Há dois provérbios que dizem: “O que o amor não pode fazer não vale a pena ser feito” e “Nunca é longe demais a casa da pessoa que amamos”. A Bíblia diz: “Assim, permanecem agora estes três: fé, esperança e amor. O maior deles, porém, é o amor” (1 Coríntios 13.13).
Senhor Deus, nosso Pai Celestial, reconhecemos que nós, cristãos, nem sempre amamos os muçulmanos no passado nem no presente. Perdoa a nossa falha em amar o nosso próximo como a nós mesmos. Por Tua misericórdia, deixa o Teu Espírito Santo acender em nossos corações novas atitudes de amizade e compreensão pelos muçulmanos, pelos que estão perto e pelos que estão longe de nós. No Nome de Jesus, Amém.
Fonte: www.vozdosmartires.com.br/
Como Alcançar Muçulmanos II
Como Alcançar os Muçulmanos – Parte 2
Dr Salim Almahdy
Nos últimos dois meses, recebi muitas cartas perguntando como podemos alcançar os muçulmanos. No mês passado, começamos a tratar deste assunto ao qual vamos dar continuidade nesta edição. Estamos ainda tratando do principal ponto que uma pessoa precisa saber para poder efetivamente alcançar os muçulmanos: “Não discuta com os muçulmanos” porque eles acreditam que o Alcorão é perfeito. É muito importante saber o que eles crêem a respeito do Alcorão para poder se comunicar com eles (você pode saber quais são os três primeiros pontos na edição do mês passado). Nas conversas com muçulmanos eles normalmente mencionam um ou mais destes pontos. No prefácio ao Alcorão do Rei Fahd (rei da Arábia Saudita), o escritor faz as seguintes declarações sobre o Alcorão:
1. “[O] Alcorão é o eterno milagre de Alá revelado ao profeta Maomé para todas as gerações que estavam por vir. Em resposta aos que duvidam da autoria do Alcorão, Alá todo-poderoso desafiou os mais bem preparados articulistas árabes a produzirem um livro completo, dez capítulos, ou mesmo um capítulo solitário que pudesse ao menos de longe ser comparado ao Alcorão. Mas, até hoje, ninguém conseguiu cumprir o desafio do Todo-Poderoso. Os críticos do Alcorão ficaram sem fala diante da sua inefável eloqüência e incomparável beleza”.
Se o Alcorão foi revelado ao profeta Maomé, como podemos resolver o dilema bastante conhecido de que o islamismo já existia antes de Maomé? Alá já era adorado como ídolo pagão, e certos dogmas do Islã – como o jejum durante o Ramadã e o culto da Al Kaaba (a pedra negra da Arábia Saudita) – eram praticados antes de Maomé ter nascido (Para mais informações, veja a edição de dezembro de 1997).
Segundo, não é correto afirmar que ninguém conseguiu atingir o desafio de Alá. Está muito claro que o Alcorão recebeu a maior parte do seu texto do Novo e do Velho Testamento da Bíblia, dos escritos de árabes que existiram antes Maomé e de poemas escritos nos dias de Maomé. Um exemplo disto é de Imru’al-Qais, poeta pré-islâmico que morreu em 540 AD (30 anos antes do nascimento de Maomé). Ele compôs um famoso poema do qual o Alcorão cita diversas linhas. Isto quer dizer que há muitos outros que não somente atingiram o desafio de Alá, mas que o próprio Alá teve de citar dos seus escritos.
2. Os muçulmanos acreditam que o Alcorão foi revelado para restabelecer o culto sincero a Alá somente, sem associação de qualquer parceiro com ele. “E eles foram ordenados não mais que isto para cultuar a Alá, oferecendo-lhe sincera devoção, sendo verdadeiros na fé, para estabelecer oração regular e dar o Zakat, e esta é a religião justa e correta” (Sura 98:5). Então, porque Maomé permitiu que no início os seus seguidores buscassem a intercessão dos ídolos pagãos e das deusas Allat, Al Oza e Mannat, a quem os árabes antes do islamismo reconheciam como filhas de Alá, o altíssimo?
3. Os muçulmanos acreditam que o Alcorão contém um código inteiro que provê para todas as áreas da vida, seja espiritual, intelectual, política, social ou econômica. É um código que não tem fronteiras de tempo, lugar, ou nação. Sura 17:9 diz: “Verdadeiramente este Alcorão provê direção àquilo que é mais justo.” Se esta afirmação é correta, por que alguns países muçulmanos que não aplicam as leis islâmicas (Shari’a) dizem que estas leis não são mais aplicáveis hoje em dia? E se o Alcorão provê para todas as áreas da vida, por que todas as nações que aplicam as leis islâmicas têm problemas econômicos, sociais, políticos e até religiosos que não conseguem resolver? Os melhores exemplos são o Sudão e o Irã.
4. Finalmente, os muçulmanos acreditam que Alá tomou sobre si mesmo a obrigação de preservar o Alcorão para sempre em toda a sua inteireza: “Sem dúvida, nós enviamos para baixo a Mensagem e certamente vamos protegê-la [da corrupção]” (Sura 15:9). O escritor do prefácio ao Alcorão do Rei Fahd também afirma: “O texto árabe que temos hoje é idêntico ao texto como foi originalmente revelado ao profeta. Nem mesmo uma letra foi vencida pela corrupção durante a passagem dos séculos…”
A palavra “Mensagem”, usada na Sura acima, aplica-se também à Torá, aos Salmos e ao Enjil (o Novo Testamento), porções e concordâncias dos quais aparecem no Alcorão. Se Alá tomou sobre si mesmo a tarefa de preservar a mensagem, por que os muçulmanos incluem as porções bíblicas e ainda chamam a Bíblia de corrupta? Por que há tantas cópias de diferentes Alcorões, que o Califa Uthman Ebn Afan recolheu e queimou, guardando somente a sua cópia?
Até o mês que vem. Ao despedir-me, digo a vocês que se alegrem – vocês têm a única verdade, a incorruptível e verdadeira Palavra de Deus Todo-Poderoso : a Bíblia.
Fonte: www.vozdosmartires.com.br/
Como Alcançar Muçulmanos I
Como Alcançar os Muçulmanos – Parte 1
Dr Salim Almahdy
O objetivo desta série não é simplesmente denunciar o Islamismo e os Muçulmanos, mas ensinar os irmãos e irmãs cristãos a como efetivamente alcançar os muçulmanos para Cristo. É também um alerta para aqueles que foram enganados por Satanás para aceitarem o islamismo como a religião verdadeira e celestial.
Há diversas coisas importantes que precisamos fazer para podermos ganhar os muçulmanos para Cristo: não argumentar; orar e buscar a direção do Senhor; ter um bom conhecimento da Bíblia e do Alcorão; e demonstrar o amor do Espírito Santo pelos muçulmanos.
Porque Não Devemos Argumentar Com Os Muçulmanos
O islamismo não é simplesmente uma maneira diferente de se adorar a Deus como muitos amados irmãos e irmãs ocidentais pensam. Não é simplesmente uma coleção de ensinos, teorias e doutrinas. É um engodo espiritual que leva os muçulmanos a adorarem “Alá”, o qual era um deus pagão muito conhecido antes de surgir o islamismo. Portanto, trata-se de uma batalha espiritual, e os muçulmanos não podem ser ganhos para Cristo através de argumentos sobre questões teológicas. Mesmo que um cristão possa vencer definitivamente uma argumentação se tiver um bom conhecimento dos ensinamentos da Bíblia e do Alcorão, ele poderá perder o seu amigo muçulmano e impedi-lo de conhecer a Cristo como seu Salvador pessoal.
Ao irmos em busca dos muçulmanos, é importante lembrar o que o apóstolo Paulo falou aos Coríntios: “Minha mensagem e minha pregação não consistiram de palavras persuasivas de sabedoria, mas de demonstração do poder do Espírito” (1 Coríntios 2:4. Jesus nos ensinou que só poderão vir a Ele aqueles que forem trazidos pelo Espírito Santo de Deus (João 6:44).
Crenças Muçulmanas Sobre o Alcorão
Os muçulmanos acreditam que o Alcorão é perfeito e contém tudo o de que precisam para a vida e para a eternidade; eles não duvidam da sua autenticidade. Os muçulmanos crêem que Alá deu a Maomé o Alcorão, palavra por palavra, através do anjo Gabriel, o qual eles crêem que é o Espírito Santo.
É de grande utilidade saber como os muçulmanos vêem o Alcorão. No prefácio do Alcorão do Rei Fahd Ibn Abdul Aziz Al-Saud (Rei da Arábia Saudita), o escritor alega que o Alcorão desfruta de um número de características exclusivas. Três destas alegações estão abaixo listadas, seguidas de algumas perguntas que podem ajudar a discernir sobre a veracidade da afirmação.
1. Ele é a verdadeira Palavra de Deus, não criada mas revelada para o benefício de todos os seres humanos. Na Sura Al-Gurqan 1, está declarado: “Bendito Aquele que enviou ao seu servo [Maomé] o Critério que pode ser uma admoestação para todas as criaturas”.
* Se o Alcorão é uma admoestação para todas as criaturas, por que então ele tem de ser escrito, recitado e usado em todas as orações muçulmanas somente na língua árabe?
* Se é para todas as criaturas, por que Alá diz: “Ai daquele que quer saber o significado destas palavras”?
2. É um livro teórico e prático, não apenas moralizando mas também definindo especificamente o que é permitido e o que é proibido. A importância de se entender a mensagem do Alcorão é inegável, mas simplesmente recitá-la com a intenção de buscar o agrado e recompensa de Alá é também considerado um ato de adoração que possui mérito em si mesmo. Alá diz: “Assim, receba o que o Profeta dá a você e abstenha-se daquilo que ele proíbe”(Sura Al Hasher 7).
* Alá se agrada com obrigar aos não árabes a recitar o Alcorão em árabe, como acontece hoje no Sudão, e ordenar que outros países não árabes que aprendam o Alcorão somente em árabe? É um ato de adoração cantar versos de um “livro sagrado” que você não entende?
* O Alcorão é um “livro prático” quando pede que os maridos açoitem as suas esposas?
3. Alá aperfeiçoou a sua religião para todos os seres humanos com a revelação deste livro. Ele diz: “Neste dia, Eu aperfeiçoei a sua religião para vocês, completei o meu favor a vocês e escolhi para vocês o islamismo como a sua religião”(Sura Al Maida 3).
* O Alcorão aperfeiçoou a religião para os seres humanos, ou ele provoca confusão ao mencionar coisas que a Bíblia não menciona e diz o oposto do que a Bíblia diz em muitos casos (por exemplo, negando que os fatos essenciais da fé, como a crucificação de Cristo, eram verdadeiros)?
* Deus vê o Alcorão como um favor aos seres humanos ao repetir mandamentos e regras do Velho Testamento como se Jesus jamais tivesse vindo à terra e como se o Espírito Santo jamais tivesse vindo habitar em nós?
Queridos irmãos e irmãs, alegramo-nos porque o livro de Deus – a Bíblia – sobreviveu a todas as tentativas de destruí-lo. Ele pode falar por si mesmo. No mês que vem, vou continuar falando sobre como os nossos amigos muçulmanos vêem o Alcorão a partir dos seus escritos. Quero encorajar a todos vocês a guardarem estes artigos para poderem ter uma visão profunda do que há por trás do véu do islamismo, após terminarmos de discutir este tópico: “Como Alcançar os Muçulmanos Para Cristo”.
Fonte: www.vozdosmartires.com.br/
IRÃ – Jovem preso por causa de sua fé
Cristão convertido do islamismo, Mohammad Hadi Bordbar, conhecido como Mostafa, foi condenado a dez anos de prisão por fazer parte de uma “organização anti-segurança” e “reunião com a intenção de cometer crimes contra a segurança nacionaliraniana” no dia 31 de julho deste ano. Mostafa foi preso no dia 27 de dezembro de 2012, juntamente com 50 outros cristãos convertidos iranianos que estavam celebrando o Natal em Teerã. Eles foram detidos e interrogados durante horas antes de a maioria do grupo ser libertado. Mostafa e um pastor cristão armênio, Vruir Avanesian, foram presos.
Vamos orar por esse jovem e por nossos irmãos no Irã
Fonte: http://www.vozdosmartires.com.br/ira-jovem-preso/
domingo, 7 de julho de 2013
Extremistas islâmicos executam jovem por ter abandonado o islã e se convertido ao cristianismo
Extremistas islâmicos executam jovem por ter abandonado o islã e se convertido ao cristianismo
Na semana passada um jovem cristão foi executado publicamente com um tiro na cabeça pelo grupo rebelde Al Shabaab, na Somália. Segundo informou o diário Morning Star News, Hassan Hurshe, de 28 anos de idade, foi morto porque havia se convertido ao cristianismo quando se mudou para o Quênia, e depois voltou para Somália.
Membros da Al Shabaab, grupo militante islâmico que opera na Somália, arrastaram o jovem cristão para um lugar publico na cidade de Jilib, onde dispararam em sua cabeça. Uma testemunha contou que “muitas pessoas viram esta ação horrível, incluindo mulheres e crianças”.
Um líder da igreja subterrânea na Somália, conta que Hurse havia se convertido em 2006, se casando em 2008 e teve um filho em 2009. Em 2010, sua família mudou-se para cidade Jilib, na região de Juba, onde abriu uma mercearia.
Os somalis são considerados muçulmanos desde o nascimento e deixar o islã, classificado como crime de apostasia, é punível com a morte. Após a execução, os pais de Hurshe, sua viúva e seu filho fugiram da região.
Por Dan Martins, para o Gospel+
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/
quinta-feira, 23 de maio de 2013
Hindus usam retroescavadeira para demolir igreja cristã na Índia
Uma igreja cristã foi demolida por hindus em uma cidade no sudoeste da Índia. De acordo com o Acontecer Cristiano, de posse de uma retroescavadeira, uma multidão, demoliu a igreja, sem encontrar nenhuma resistência por parte dos líderes da aldeia de Gadia, no estado de Chhattisgarh.
Budhram Baghel, pastor da Igreja Divya Jyoti, conta que viu a igreja ser derrubada depois de muito trabalhar para ter um local de culto e receber os cristãos. Ele afirma que o templo havia sido construído em terras de sua propriedade, e que a construção foi autorizada pelo estado.
- Um galpão provisório foi construído em 2006 na Terra depois de uma permissão das autoridades e que mais tarde foi substituído por um edifício permanente – disse o Rev. Rakesh Dass, amigo de Baghel.
Moradores da aldeia Gadia afirmaram que o prédio da igreja foi invadindo sob a alegação de que a igreja estaria usando indevidamente terras do governo. Tais acusações foram publicadas no jornal local e, de acordo com Dass, os mesmos moradores da aldeia destruíram a igreja no dia seguinte.
Cristão que testemunharam o ato contaram que aqueles que protestaram contra a demolição foram agredidos pela multidão enfurecida, e que os funcionários e autoridades locais estiveram presentes, incluindo o chefe da aldeia, o chefe de polícia e um grupo de policiais, que assistiram a demolição sem fazer nada.
A igreja prestou queixa na delegacia de polícia de Lohandiguda. Além disso, uma denuncia de demolição também entregue ao magistrado do distrito de Jagdalpur, uma grande cidade próxima.
Por Dan Martins, para o Gospel+
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/
domingo, 19 de maio de 2013
Líder evangélico é assassinado na frente de sua família na Nigéria
Líder evangélico é assassinado na frente de sua família na Nigéria
Na última semana, o pastor Faye Pama Musa, secretário da Associação Cristã da Nigéria e um dos líderes cristãos mais populares do país foi assassinado dentro de sua casa, diante de sua família. As autoridades do país acreditam que o ataque ao líder protestante tenha sido mais uma ação do grupo radical islâmico Boko Haram, responsável pela morte de centenas de cristãos no país.
- O reverendo Faye Pama Musa foi assassinado na terça-feira. Ele era Secretário da Associação Cristã da Nigéria, no estado de Borno – declarou Jerry Dykstra, porta-voz do ministério Open Doors (Portas Abertas) nos Estados Unidos.
- Homens armados subiram pelo muro e entraram em sua casa e efetuaram disparos nele… Sabemos que o movimento radical Boko Haram quer matar os cristãos – afirmou Marco Lipdo, diretor da Fundação Stefanos, à imprensa. De acordo com o Mundo Cristiano, ele ressaltou ainda que o cargo de Faye pode ser um dos fatores relevantes para que o grupo quisesse acabar com sua vida.
A onda de violência contra cristãos no país fez com que o presidente nigeriano Goodluck Jonathan decretasse situação de emergência em três estados. O presidente, que é cristão, deu ordens para que as forças armadas se posicionem para combater principalmente o Boko Haram e tentem conter as investidas do grupo contra os cristãos.
De acordo com o Portal Padom, o Presidente Nacional do Partido Democrático Popular, Alhaji Bamanga Tukur, explicou a decisão de impor o estado de emergência, dizendo se tratar de uma medida que tem como objetivo evitar que “os terroristas” proclamassem a separação do nordeste e a criação de um Estado próprio.
Por Dan Martins, para o Gospel+
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/
sábado, 20 de abril de 2013
Líder muçulmano iraquiano deixa o Islã e converte-se ao cristianismo
A agência de notícias curda “Rudaw” informou que um líder muçulmano se converteu ao cristianismo em Dohuk, no Iraque. A notícia foi confirmada por um funcionário do Ministério das doações e dos Assuntos Religiosos do Iraque-Curdistão, segundo o qual o Comitê Fatwa em seu Ministério não funciona para aqueles que se convertem do islamismo para outra religião.
Este relatório foi refletido nos meios de comunicação iranianos. O site de notícias “BultanNews”, associado a serviços de inteligência iranianos, disse que uma filha de outro líder muçulmano em Erbil, Iraque-Curdistão, também se converteu ao cristianismo com seu marido, conforme publicado pela Mohabat News.
- Por algum tempo, os missionários têm feito um trabalho evangelístico no Curdistão iraquiano, muitas pessoas estão mudando sua religião em troca de presentes materiais e convertido ao cristianismo – escreveu o site de notícias.
- O governo do Curdistão iraquiano não está reagindo às atividades de organizações missionárias, e, como resultado cristãos convertidos já realizaram quatro conferências nessa área – completou o relatório.
Segundo o site Acontecer Cristiano, o cristianismo tem atraído muitos jovens muçulmanos, e não se limita ao Curdistão iraquiano. De acordo com o site, jovens em todo o Iraque e Síria também estão mostrando interesse em conhecer e aceitar Jesus Cristo como seu Salvador.
Por Dan Martins, para o Gospel+
Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/
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