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quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Perseguição de Grupo Ateísta em Escola nos EUA


Uma iniciativa evangelística de um pastor foi interrompida graças às pressões feitas por um grupo de ativistas ateus, que ameaçaram a escola onde eram realizadas as reuniões entre o líder cristão e as crianças lá matriculadas.

O pastor, que não teve seu nome divulgado, é ligado a uma Igreja Batista de Illinois (EUA) e desenvolvia uma atividade com as crianças no horário de almoço. Os encontros entre os alunos e o pastor aconteciam nas dependências da escola e eram autorizados pelos pais.

A entidade ativista Freedom From Religion Foundation (algo como “fundação livre da religião”) enviou uma carta à escola solicitando a interrupção das atividades entre o pastor e os alunos, sob a alegação que a iniciativa ofendia a laicidade do Estado.

“É impróprio e inconstitucional que a escola abra as portas para que líderes religiosos promovam o proselitismo aos estudantes, dentro de sua propriedade”, disse o grupo ateísta na carta direcionada à escola, ignorando o princípio constitucional de liberdade religiosa.

De acordo com informações do portal Christian Today, o superintendente da Harrisburg Middle School, Michael Gauch, respondeu a carta explicando que havia assumido a administração da escola há pouco e não estava a par dos detalhes do funcionamento da instituição, mas prometeu que levaria o assunto aos responsáveis. “O Conselho de Educação, e não eu, tomará medidas para interromper a prática descrita na carta”, afirmou.

A entidade ateísta voltou a enviar uma carta a Michael Gauch exigindo um posicionamento, com ameaça de processo em caso de manutenção dos encontros entre o pastor e os alunos. Diante da pressão, o superintendente cedeu. “A administração escolar informou ao pastor que ele deixaria de ser autorizado a entrar na escola para se reunir com os estudantes durante o almoço ou qualquer outro momento”, confirmou.

A estratégia dos ativistas ateus nos Estados Unidos para minar a presença da tradição cristã na sociedade se baseia em ameaças de processos. Mesmo que a causa seja perdida devido à Constituição do país, que garante a liberdade religiosa, eles apostam que escolas e outras entidades comunitárias não estejam dispostas a investir dezenas de milhares de dólares com advogados para defender seus direitos em longos processos, e assim, pouco a pouco vão impondo limitações, mesmo que ilegais.




terça-feira, 22 de dezembro de 2015

Muçulmano que agredia a esposa cristã se converte após perder os movimentos e sonhar com Jesus


Um muçulmano se converteu ao Evangelho após agredir a esposa por ela ter abandonado a fé islâmica. Essa história, surpreendente e com dose extra de ação sobrenatural, exibe um resultado prático do poder de transformação da mensagem de Jesus.

O testemunho do casal Gulzhan e Elemes é mais um que apresenta o encontro de um muçulmano com Jesus através de sonhos. Ela, estudava a Bíblia Sagrada com uma colega de serviço, e resolveu entregar sua vida ao Nazareno, aceitando o Filho de Deus como Salvador após sonhar com Ele.

Elemes não aceitava que a esposa tivesse abandonado o islamismo, e todos os dias que a flagrava lendo a Bíblia, a espancava, para forçá-la a voltar à religião na qual foram criados. Certa noite de inverno, ao encontrar a esposa cantando louvores a Deus, resolveu surrá-la enquanto insultava Jesus com palavrões, e a expulsou de casa.

Gulzhan precisou passar a noite na neve, sem calçados ou roupas adequadas para aquele clima, de acordo com informações do Charisma News. Em paz, ela não se desesperou, e procurou abrigo cantando louvores: “Deus tinha enchido meu coração com o Seu Espírito e tanta alegria que eu simplesmente continuei cantando e não sentia frio enquanto eu procurava um lugar para ficar”, afirmou, em relato ao site Frontiers.

Quando seu marido deixou que ela voltasse para casa, ela não se livrou das agressões físicas e verbais. O que sustentava Gulzhan era a convicção de que havia sido aceita por Deus, e mesmo sabendo do que custaria, se mantinha lendo a Bíblia Sagrada diariamente.

O ponto de mudança da história aconteceu um ano após sua conversão, quando seu marido acordou, no meio da noite, aos berros: “Eu não consigo me mexer”, ele gritava. Quando Gulzhan conseguiu acalmá-lo, ele relatou que tinha tido um sonho, e que Deus havia se revelado a ele e dito que sua paralisia era uma lição por ter falado contra Jesus, da mesma forma que tinha acontecido com Saulo de Tarso na estrada de Damasco.

Mesmo assim, levou uma semana até que Elemes se desse conta de que tinha sido cruel e estava se apegando ao que havia aprendido durante toda a vida. Cansado da paralisia, ele pediu que a esposa convidasse outros cristãos para que orassem por ele.


Quando os fiéis chegaram ao local, disseram que sentiram a presença de Deus e oraram por Elemes, mas sua cura não foi imediata.

Ao longo dos dias, enquanto ia aprendendo mais sobre Jesus e a mensagem do Evangelho, Elemes ia livrando-se da paralisia em seus braços, e resolveu entregar sua vida para Cristo. Agora, liberto da raiva e do ódio, ele tem se dedicado a ajudar sua esposa a enfrentar as perseguições dos vizinhos, muçulmanos, e compartilhado a Palavra que transforma.



Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br

terça-feira, 14 de outubro de 2014

Entidades cristãs no Nepal temem a proibição de conversões religiosas no país


Entidades cristãs no Nepal estão preocupadas com a possível proibição de conversões religiosas no país. Segundo a Christian Solidarity Worldwide (CSW), não há lei no Nepal para defender as pessoas que renunciam a outra fé e se convertem ao cristianismo.

A organização afirma ainda que existe uma mobilização entre políticos do país que têm alegado que a conversão de uma fé à outra deve ser proibida. Membros da entidade cristã afirmam que os cidadãos do país correm o risco de serem proibidos de se tornar cristãos, a menos que uma nova Constituição lhes assegure o direito à crença.

Martin Gore, integrante da Christian Solidarity Worldwide comentou o assunto argumentando ser “muito incerto que [a liberdade religiosa] seja garantida na nova Constituição”.

- Os tratados internacionais que o Nepal assinou realmente afirmam que todos têm o direito de adotar uma religião de sua própria escolha, mas as cláusulas [da Constituição] que temos visto até agora não garantem isso – explicou.

- O Estado tem propostas, no novo código penal, apresentadas antes da Assembleia Constituinte, alguns anos atrás, que proíbem todas as conversões no novo código penal. Apesar de não terem sido consideradas no plenário da Câmara, essas propostas foram redigidas – concluiu Gore.


Tendo apenas 2,85% de sua população de 30 milhões de pessoas composta por cristãos, o Nepal se tornou um país laico após uma guerra civil de uma década entre 1996 e 2006. O acordo para o fim dos conflitos obrigou o país a criar uma nova constituição, mas isso ainda não foi feito, e permanece a incerteza em todo o país.

Segundo o ministério Portas Abertas, um projeto de Constituição deverá ser lançado em janeiro, com lugar para consultas e reformulações ao longo de 2015.


Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Pastor Saeed Abedini é espancado em hospital e levado de volta à prisão no Irã; Líderes cristãos pedem oração


O pastor Saeed Abedini foi reenviado à prisão no Irã após ser agredido no hospital onde se recuperava de uma cirurgia feita para reparar os danos físicos sofridos durante as sessões de tortura a que foi submetido nos interrogatórios.

Abedini estava há dois meses no hospital e na terça-feira, 20 de maio, foi espancado e transferido de volta à prisão, segundo informações do Centro Americano de Lei e Justiça (CALJ), que tem representado o pastor na luta por sua libertação.

“Este é um desenrolar extremamente decepcionante – que quebra o meu coração. Nossa família está profundamente entristecida e continuamos a orar por Saeed, pela sua segurança e sua libertação. Estamos muito gratos que tantas pessoas ao redor do mundo continuem a orar por Saeed”, afirmou Nagmeh, a esposa do pastor.

O CALJ revelou ainda que a transferência de Saeed de volta à prisão foi realizada sem qualquer aviso prévio à família.

Saeed Abedini é iraniano, porém se tornou cidadão americano após ir morar nos Estados Unidos, onde se converteu. Ele foi preso em julho de 2012 acusado de espionagem por conta de suas constantes viagens aos Estados Unidos. Entretanto, especialistas afirmam que o real motivo da prisão era sua conversão ao cristianismo.

O pastor Franklin Graham pediu aos cristãos norte-americanos que orem por Abedini, e se empenhem na causa da libertação do pastor, assinando a petição que cobra das autoridades iranianas que reveja o processo.


Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Muçulmana afegã se converte ao Evangelho após sobreviver a tempestade durante fuga de seu país


Uma mulher muçulmana que buscava exílio de seu país, Afeganistão, revelou como se converteu ao cristianismo durante a viagem de barco à Europa.

Durante uma tempestade, ela e outras 65 pessoas estavam espremidas na embarcação, sem comer ou beber há três dias, quando veio a constatação desesperada: “Nós vamos morrer”. Ela e outras pessoas passaram a fazer preces a Alá, pedindo por sobrevivência.

No meio do terror da tempestade, o barco mergulhou de bico, jogando todas as pessoas numa única direção. Nesse momento, lembrou de partes de uma conversa que teve com sua irmã, cristã, na Austrália, e com seu irmão, também cristão, na Alemanha.

Nesse momento, a mulher lembrou das cenas de um filme sobre Jesus que ela havia visto, e orou a Deus, clamando por livramento: “Se permitir que eu e meus filhos sobrevivamos, irei a uma igreja assim que chegar a terra firme”, disse ela.

Ao terminar a frase, o barco se endireitou, e as pessoas que estava à bordo comemoravam a sobrevivência ao susto. No entanto, a mulher sentia no coração que aquele livramento era resultado da intervenção divina.

Na sequência, uma embarcação grega aproximou-se e os tripulantes passaram a jogar garrafas de água para os refugiados. O barco em que viajavam foi guinchado em segurança até à praia, onde os passageiros foram atendidos, recebendo roupas secas, comida e abrigo.

Quando pôde, a mulher foi a uma igreja, como cumprimento de seu voto. Uma cerimônia de casamento estava sendo celebrada, então ela sentou e assistiu. Na semana seguinte, foi a outra igreja, sentou nos fundos e assistiu ao culto, mesmo sem entender nada. Na terceira visita a uma igreja diferente, embora não compreendesse o que era dito, sentia-se em paz, e achou isso bom.

Nesse lugar, ouviu falar de um centro de refugiados afegãos, onde seus compatriotas recebiam assistência. Ao chegar ao local, notou que era uma instituição mantida por uma igreja cristã. Voluntários entregaram um exemplar da Bíblia no idioma afegão, e ela pôde conhecer os ensinamentos cristãos, como amor ao próximo, perdão aos inimigos, virar a face, entre outros.

A refugiada passou a comparar esses princípios com os ensinamentos de sua antiga religião, e assim, começou a sentir-se atraída pelo Jesus que aqueles voluntários pregavam. Depois de quatro meses, tomou a decisão de aceitá-lo como Salvador, e lembrou de seus familiares que haviam se convertido ao Evangelho.

A vida num país diferente do seu, embora difícil, começava se mostrar menos incerta, pois sentia que Deus respondia suas orações. “Da tempestade no mar para a paz no meu coração, eu sou verdadeiramente grata! Louvado seja Deus”, disse a refugiada, agora convertida, ao Assist News Service.

Bruce McAtee, diretor do Centro de Refugiados do Hellenic Ministries, onde a mulher recebeu assistência, comentou a história de vida e testemunho da refugiada: “Depois disso, essa mulher se juntou a sua família na Suécia, no mês passado. Antes de sair, ela deu seu testemunho na igreja e eu tive o privilégio de batizá-la. Foi um momento poderoso como saiu da água com lágrimas e orações. Ela deixou a Grécia com um fardo e uma convicção para compartilhar com outras pessoas sobre esta nova vida de esperança, paz, amor, perdão, e tudo o que é encontrado em Cristo”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Extremistas islâmicos do Boko Haram invadem igreja e matam fiéis a tiros; Número de mortos chega a 107


O mais recente ataque de perseguição religiosa impetrado pelo grupo extremista islâmico Boko Haram, na Nigéria, deixou 107 mortos.

O ataque terrorista aconteceu nos dias 26 e 27 de janeiro, quando membros do grupo dispararam contra uma vila e uma igreja, segundo informações da agência Reuters.

As iniciativas de ataque do Boko Haram visam impor a lei islâmica sharia à população nigeriana, que é formada por grupos religiosos diversos, incluindo cristãos e muçulmanos.

Especialistas apontam o grupo terrorista como principal ameaça à segurança do país, que é um dos maiores exportadores de petróleo no continente africano.

Os alvos dos extremistas foram a vila de Kawuri, no estado de Borno, na região nordeste do país, e uma igreja no estado de Adamawa.

Em Kawuri, 85 pessoas foram mortas a tiros por homens armados e uniformizados, que depois, queimaram as casas da vila e seqüestraram algumas mulheres que sobreviveram ao tiroteio. Na igreja de Adamawa, 22 fiéis foram mortos durante um culto.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

domingo, 26 de janeiro de 2014

Governo do Irã está banindo o cristianismo e fechando as igrejas em todo o país


Nas últimas semanas a atenção mundial se voltou para o Irã por causa dos elogios de diversos líderes internacionais à decisão do país em fechar parte de seu programa nuclear. Parte dessa atenção vem também do fato de que o anúncio do Irã pode motivar o fim de algumas das sanções econômicas impostas a ele pelos Estados Unidos e União Europeia, como parte do acordo feito no ano passado sobre o fechamento do programa nuclear.

Porém, um fato que passa despercebido, apesar de o Irã de estar no centro das atenções mundiais, é a crescente perseguição religiosa que os cristãos enfrentam no país. Segundo Michael Wood do ministério Portas Abertas nos EUA, está em andamento um fechamento sistemáticos das igrejas cristãs em todo o país.

- É basicamente ilegal até mesmo ir a uma igreja – explica Wood, que revela ainda que o governo tem seguido e examinado a vida de supostos cristãos, com o objetivo de fechar as igrejas que estes frequentam.

Com isso, ele conta que muitos grupos de cristãos têm se reunido em casas, ao invés de ir às igrejas. Porém, a reunião de um grande número de pessoas nas casas acaba chamando a atenção também, e toda essa situação tem tornado ainda mais difícil a vida dos cristãos no país.

Segundo Wood a situação dos cristãos no Irã só tem se agravado desde a última eleição presidencial, mas, a despeito disso, um grande número de pessoas está se convertendo, oque gera ainda mais resistência por parte do governo islâmico iraniano.

Em nono lugar na Open Doors World Watch List, publicação anual do ranking de 50 países onde a perseguição aos cristãos é mais severa, o Irã tem reagido de maneiro enérgica ao crescimento do número de cristãos no país, fechando igrejas e perseguindo aqueles que se convertem do islamismo ao cristianismo.

Porém, Wood afirma que “sob a perseguição que está acontecendo, você vê uma Igreja em crescimento”.

Diante dessa situação, o ministério Portas Abertas pede aos cristãos do mundo inteiro que orem em favor dos irmãos iranianos, para que eles tenham perseverança, e continuem compartilhando sua fé.

Por Dan Martins, para o Gospel+


Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

domingo, 4 de agosto de 2013

Igreja evangélica é apedrejada durante culto em Minas Gerais


Igreja evangélica é apedrejada durante culto em Minas Gerais

No fim do mês de julho o templo da igreja Assembleia de Deus do bairro Santo Antônio, em Barbacena (MG), foi apedrejada durante um culto. O ato de vandalismo e violência contra o templo religioso foi registrado pela polícia local, que irá investigar o caso.

O incidente acontece na noite do dia 23 durante um culto que acontecia na igreja, e reunia cerca de 20 fiéis. De acordo com as testemunhas, pessoas não identificadas começaram a lançar pedras no telhado da igreja, que acabou vazando até o interior do templo, pois a cobertura era de PVC.


Segundo o pastor Fábio Rodrigues Araújo, que foi quem chamou a polícia, uma das pedras quase acertou sua esposa, Inaura Araújo, que não se machucou. Depois de ter acionado a polícia, o pastor disse acreditar que o ataque pode ter sido motivado por perseguição religiosa contra a igreja.

De acordo com o site de notícias local Barbacena Mais, membros da igreja relataram que alguns vizinhos do templo estariam insatisfeitos com a presença da igreja no bairro o que poderia ter gerado esse ataque.

Porém, o pastor ressalta que a igreja possui simpatia de outros moradores da região, principalmente devido ao trabalho social e espiritual que vem sendo realizando pela congregação na recuperação de drogados e alcoólatras. Além disso, ele afirma que a igreja pratica sua religião com respeito aos que não professam a mesma fé.

Por Dan Martins, para o Gospel+


Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

quinta-feira, 30 de maio de 2013

Crime de intolerância: vizinho mata família evangélica por discordar de opção religiosa


Crime de intolerância: vizinho mata família evangélica por discordar de opção religiosa

Uma família foi morta a facadas por um vizinho que não concordava com a opção religiosa deles, que eram evangélicos.

O rapaz, que segundo a Polícia Militar estava transtornado, invadiu a residência dos vizinhos e desferiu golpes contra todos os que estavam na casa: o pai, a mãe, e os dois filhos do casal, de um e três anos de idade.

Um terceiro filho do casal, de 10 anos, que estava na escola na hora do ataque, escapou sem ferimentos. A menina de três anos foi salva pela mãe, que correu após sofrerem os primeiros golpes.

Na fuga, a mãe que carregava filha avistou uma viatura da Polícia Militar e pediu ajuda. Os policiais localizaram o suspeito que se rendeu e demonstrava estar desorientado. Socorridas, mãe e filha foram levadas ao hospital, com ferimentos graves. Entretanto, mesmo passando por uma cirurgia, a mãe não resistiu.

O rapaz que realizou o ataque e o pai da família que foi atacada eram sócios numa loja de móveis, mas o motivo do surto que resultou na morte das três pessoas foi a discordância dele em relação à religião praticada pelo amigo.

Na delegacia, o rapaz afirmou que não concordava com o fato de eles serem evangélicos e que não se arrependia de tê-los matado.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

Assista o vídeo neste link: Reportagem 

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

quinta-feira, 23 de maio de 2013

Hindus usam retroescavadeira para demolir igreja cristã na Índia


Uma igreja cristã foi demolida por hindus em uma cidade no sudoeste da Índia. De acordo com o Acontecer Cristiano, de posse de uma retroescavadeira, uma multidão, demoliu a igreja, sem encontrar nenhuma resistência por parte dos líderes da aldeia de Gadia, no estado de Chhattisgarh.

Budhram Baghel, pastor da Igreja Divya Jyoti, conta que viu a igreja ser derrubada depois de muito trabalhar para ter um local de culto e receber os cristãos. Ele afirma que o templo havia sido construído em terras de sua propriedade, e que a construção foi autorizada pelo estado.

- Um galpão provisório foi construído em 2006 na Terra depois de uma permissão das autoridades e que mais tarde foi substituído por um edifício permanente – disse o Rev. Rakesh Dass, amigo de Baghel.

Moradores da aldeia Gadia afirmaram que o prédio da igreja foi invadindo sob a alegação de que a igreja estaria usando indevidamente terras do governo. Tais acusações foram publicadas no jornal local e, de acordo com Dass, os mesmos moradores da aldeia destruíram a igreja no dia seguinte.

Cristão que testemunharam o ato contaram que aqueles que protestaram contra a demolição foram agredidos pela multidão enfurecida, e que os funcionários e autoridades locais estiveram presentes, incluindo o chefe da aldeia, o chefe de polícia e um grupo de policiais, que assistiram a demolição sem fazer nada.

A igreja prestou queixa na delegacia de polícia de Lohandiguda. Além disso, uma denuncia de demolição também entregue ao magistrado do distrito de Jagdalpur, uma grande cidade próxima.

Por Dan Martins, para o Gospel+

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

sexta-feira, 19 de abril de 2013

DIA DO ÍNDIO - ÍNDIOS ISOLADOS ENCONTRAM TRABALHADORES PERDIDOS


Índios isolados, trabalhadores em fuga: um encontro amazônico

Por Ana Aranha


Os seis trabalhadores da construção civil estavam perdidos em meio à floresta amazônica, no norte de Rondônia. Algumas horas antes, eles tinham corrido mato a dentro para fugir do caos que tomara o canteiro de obras da usina hidrelétrica de Jirau, onde a Polícia Militar reprimia o movimento grevista, em 2011. Depois de andar cerca de seis quilômetros, o grupo tentava encontrar o caminho de volta à obra, ou a estrada, ou qualquer sinal de urbanidade. Sem sucesso.
Ao invés disso, foram encontrados.

Sem perceber que estavam sendo cercados, os trabalhadores uniformizados se viram rodeados por oito índios nus. Eles tinham o rosto e corpo pintados, flechas em punho e “murmuravam" palavras em uma língua que os trabalhadores não conheciam. Mas logo interpretaram o sentido: estavam rendidos.

Hoje, excepcionalmente, esse espaço não será dedicado a um retrato, mas a um encontro. Encontro que pode servir de pista para compor o retrato dos povos indígenas que habitam o nosso país e os quais temos tanta dificuldade de entender.

Assustados, os trabalhadores da usina se comportaram como prisioneiros dos índios. Seguiram seus passos e pararam quando eles sinalizaram. O coração disparava a cada vez que os índios se reuniam em círculo. Observaram a construção de uma espécie de churrasqueira com gravetos, onde um porco do mato foi assado. Disfarçando o mal estar, comeram cada pedaço de carne que lhes foi oferecido. À noite, um dos trabalhadores foi repreendido pelos colegas por espiar os seios da índia mais nova, a regra era olhar para o chão.
A madrugada avançou, alguns índios deitaram e adormeceram. Os trabalhadores ficaram alertas. Pela manhã, caminharam até chegar a um local onde se ouvia um barulho familiar. Os índios sinalizaram em direção ao som, disseram algumas frases que ninguém entendeu e foram embora. Os trabalhadores correram na direção indicada até que, exaustos, chegaram à rodovia federal BR 364.
Esse relato foi registrado pela historiadora Ivaneide Bandeira Cardozo, da ONG indigenista Kanindé, que entrevistou um dos trabalhadores na presença de um funcionário da Funai (Fundação Nacional do Índio). Ela acredita que os homens e mulheres descritos sejam parte de um grupo que a entidade e a Funai tentam rastrear há anos. “Pela descrição, parecem ser Kawahiba isolados”.

“Isolados” são os índios que não têm contato com a nossa sociedade, ou porque nunca cruzaram com um não-índio (casos cada vez mais raros) ou porque recusam o contato.
Na região que foi alagada pela usina de Jirau, havia rastros de um grupo isolado e nômade. A empresa repassou dinheiro para que a Funai mapeasse esses rastros. Depois de identificados, eles deveriam ganhar uma área de proteção. Mas o investimento não foi suficiente para encontrar ou proteger os índios.
Ao contrário, foram eles que encontraram e salvaram os funcionários da usina. “É difícil entender o que passou na cabeça dos índios quando viram os trabalhadores perdidos”, reflete Ivaneide. “Por que decidiram ajudar? Nunca vamos saber”.

O encontro ocorrido em 2011 é o reflexo oposto do desencontro que se deu na Câmara dos Deputados essa semana. Na terça dia 16, em uma cena inédita, os deputados federais correram pelo plenário como uma manada assustada. Fugiam de homens seminus, pintados de urucum e que balançavam seus chocalhos para protestar contra a mudança da lei que define como as terras indígenas são demarcadas.

Se o comportamento dos índios isolados e dos deputados deixa alguma pista, é que continuamos longe de entender os povos que habitam a nossa terra.
Quando retornaram à usina, os trabalhadores contaram sobre o encontro, mas o supervisor deu risada, chamando-os de mentirosos. Como se fosse impossível haver índios nas proximidades da obra, cravada no meio da floresta amazônica.

Para Ivaneide, a precisão dos detalhes é a maior evidência da veracidade da história. “Os trabalhadores eram de outros estados, uma pessoa sem convivência com indígenas não poderia saber tanto. Ele descreveu a pintura no peito, os traços no rosto dos homens, diferente das mulheres, a pena do gavião real, como tratavam a ponta das flechas. Até os detalhes de como montaram o moquém, que é onde assam a carne”. Segundo ela, o relato bate com hábitos comuns a etnias que vivem ou viveram na região, algumas consideradas extintas.

Existem 82 pistas de grupos indígenas isolados no Brasil, é a maior concentração de povos isolados do mundo. Em março desse ano, os funcionários da Funai fizeram uma carta aberta com um “pedido de socorro”. Nela, escrevem que não há equipe para proteger esses grupos, cujos territórios estão sendo invadidos pelas grandes obras, madeireiros e traficantes.

Como lidar com índios isolados é um dos temas mais complexos dentro da política indigenista. Talvez a pequena mensagem deixada pelo grupo que resgatou os trabalhadores e pelos que invadiram o congresso seja justamente sobre os nossos limites. Os índios tem um modo diferente de ser, nem sempre seremos capazes de entende-los. Talvez esses encontros sejam os momentos para refletir sobre os impactos das nossas escolhas. E fazer um esforço para, a partir dessa nova realidade, respeitar as escolhas deles.

Fonte: http://br.noticias.yahoo.com/blogs/3-por-4/índios-isolados-trabalhadores-em-fuga-um-encontro-amazônico-184758000.html

sexta-feira, 5 de abril de 2013

Vitória! Missionários José Dilson e Zeneide são libertados de prisão no Senegal após pressão de entidades brasileiras


Vitória! Missionários José Dilson e Zeneide são libertados de prisão no Senegal após pressão de entidades brasileiras

Os missionários brasileiros no Senegal José Dílson Alves da Silva e Zeneide Novaes foram libertados hoje, 05 de abril, após apelação apresentada pelo advogado contratado por entidades nacionais.

O juiz que recebeu a apelação na corte de Dakar aceitou conceder a liberdade provisória aos missionários, que haviam sido presos sob a acusação de tráfico de menores e formação de quadrilha.

José Dilson e Zeneide Novaes estão presos no país desde novembro, quando as acusações contra eles foram feitas.

Um advogado cristão senegalês foi nomeado pela Associação Nacional de Juristas Evangélicos (ANAJURE) para acompanhar o caso, com suporte das entidades Religious Liberty Partnership (RLP) e Advocates International, e deverá dar suporte aos missionários até o fim do processo.

Recentemente a ONG Rio de Paz havia lançado um abaixo-assinado pedindo a libertação dos missionários. O presidente da entidade, pastor Antônio Carlos Costa, está no Senegal e acompanhou a libertação dos missionários. A imagem acima foi publicada por ele de dentro da prisão em Thiés.

A Agência Presbiteriana de Missões Transculturais (APMT) divulgou um comunicado em que ressalta a necessidade de apoio contínuo aos missionários, pois o processo continua em curso: “Precisamos continuar orando pelo processo que continuará em andamento até ao seu julgamento final em data a ser determinada pela justiça senegalesa”.

Até o final do julgamento, José Dilson e Zeneide não poderão deixar o Senegal, e deverão cumprir algumas obrigações referentes ao caráter provisório da decisão, como por exemplo, se apresentar todos os dias na prisão de Thiès, de acordo com informações da Missão Portas Abertas.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+



quarta-feira, 20 de março de 2013

Portas Abertas no Brasil mobiliza anualmente mais de 5.500 igrejas e 24 mil parceiros; Conheça mais sobre a história e trabalho da missão


O ministério da Missão Portas Abertas no Brasil completará 35 anos de existência no próximo dia 1º de Maio, e as comemorações em torno da data já começaram, ressaltando o amplo trabalho desenvolvido nesse período.

Douglas Monaco, ex-secretário geral da Portas Abertas no Brasil e atual auditor interno da Open Doors International, entidade que congrega e coordena as demais filias da missão no mundo, publicou no site da revista Ultimato um artigo sobre os 35 anos de atividade no Brasil.

“Do trabalho solitário de um jovem holandês – conhecido como Irmão André – que consistia em atravessar fronteiras comunistas com um fusca azul repleto de Bíblias, nasceu o ministério que hoje é conhecido como Portas Abertas. No Brasil esse ministério comemora 35 anos! Nossa missão é divulgar a dura realidade vivida por cristãos, ao redor do mundo, que são perseguidos por causa de Jesus. Encorajamos os cristãos brasileiros a serem um exemplo para o mundo no socorro aos cristãos perseguidos de outros países, por meio de oração e contribuições financeiras”, resume o missionário.

Monaco ressalta as dificuldades enfrentadas em 1978, quando a irmã Elmira Pasquini se propôs a estruturar uma filial da missão no Brasil. “O começo foi pequeno, mas o trabalho cresceu bastante. Ao entrar hoje na sede da Missão em Vila Congonhas, cidade de São Paulo, não dá para imaginar aquele início. Mesmo sem luxo, tudo é bonito, organizado e aconchegante. Há 36 pessoas trabalhando no escritório e mais de 200 voluntários cadastrados”, enumera.

A extensão do trabalho da Missão Portas Abertas é relatada por Douglas Monaco, que frisa a mobilização que a igreja evangélica brasileira faz em torno do trabalho missionário: “Há cerca de 24 mil parceiros ativos. Por ano, fazem-se dez viagens de parceiros ao campo, arrecadam-se 11 milhões de reais e a campanha ‘Domingo da Igreja Perseguida’ mobiliza mais de 5.500 igrejas no Brasil inteiro”, diz.

Segundo Monaco, o resumo do trabalho da Missão Portas Abertas é a oferta de oportunidade para que cristãos sejam transformados e a igreja continue crescendo, sem fronteiras: “O compromisso final é com a transformação: cristãos perseguidos mais capacitados no campo, cristãos livres mais comprometidos em seus países, um Corpo de Cristo mais unido, mais fortalecido e mais apto a cumprir a missão que Jesus nos deixou de, sendo um, mostrar ao mundo que o Pai O enviou, conforme João 17”, pontua o auditor da Open Doors, que finaliza: “Graças a Deus pela vida dos que militam na Missão hoje, desde seu dirigente máximo até o mais simples colaborador. Que Deus os capacite e os inspire a fazer um trabalho que o glorifique e cumpra seus propósitos. Graças a Deus por todos, sem exceção, a quem ele mesmo concedeu o privilégio de terem sido participantes dessa história”.

Confira abaixo, a íntegra do artigo “Perseguidos, mas encorajados”, de Douglas Monaco, no site da Ultimato:

Do trabalho solitário de um jovem holandês – conhecido como Irmão André – que consistia em atravessar fronteiras comunistas com um fusca azul repleto de Bíblias, nasceu o ministério que hoje é conhecido como Portas Abertas.  No Brasil esse ministério comemora 35 anos!

Nossa missão é divulgar a dura realidade vivida por cristãos, ao redor do mundo, que são perseguidos por causa de Jesus.  Encorajamos os cristãos brasileiros a serem um exemplo para o mundo no socorro aos cristãos perseguidos de outros países, por meio de oração e contribuições financeiras.

Em nosso 35º aniversário, celebre conosco mais um ano em defesa da causa dos irmãos perseguidos.

Quando em 1977, irmã Elmira Pasquini levantou uma oferta para o Irmão André na primeira visita que ele fazia ao Brasil. Ela não tinha ideia das consequências daquele gesto. Ele disse a ela que o melhor destino para o dinheiro seria começar o escritório da “Open Doors International” (ODI) no Brasil.

Ela fez o que ele instruiu e, meses depois, em 1º de maio de 1978, registrava-se a fundação da Missão Portas Abertas, afiliada da ODI, que durante um bom tempo funcionaria na casa da irmã Elmira. O começo foi pequeno, mas o trabalho cresceu bastante. Ao entrar hoje na sede da Missão em Vila Congonhas, cidade de São Paulo, não dá para imaginar aquele início. Mesmo sem luxo, tudo é bonito, organizado e aconchegante. Há 36 pessoas trabalhando no escritório e mais de 200 voluntários cadastrados. Há dois auditórios para a realização de eventos e, ao todo, o prédio alugado tem quatro andares com 550 m2 de área construída.

Há cerca de 24 mil parceiros ativos. Por ano, fazem-se dez viagens de parceiros ao campo, arrecadam-se 11 milhões de reais e a campanha “Domingo da Igreja Perseguida” mobiliza mais de 5.500 igrejas no Brasil inteiro.

A lembrança daquele início em comparação com o presente faz pensar em duas coisas: transformação e relacionamento.

Transformação

As mudanças políticas, econômicas, sociais e tecnológicas nos últimos 35 anos, forçaram a ODI e a Missão a se renovarem. O trabalho de campo da ODI que, no começo, era só distribuição de Bíblias, adicionou treinamento, desenvolvimento socioeconômico e ações institucionais. A Missão foi se adaptando e engajando os parceiros brasileiros com essas atividades.

Além do crescimento e das mudanças nos métodos, uma transformação mais fundamental vem ocorrendo: a consciência que a ODI e afiliadas vêm ganhando sobre a essência do ministério que realizam.

O compromisso final é com a transformação: cristãos perseguidos mais capacitados no campo, cristãos livres mais comprometidos em seus países, um Corpo de Cristo mais unido, mais fortalecido e mais apto a cumprir a missão que Jesus nos deixou de, sendo um, mostrar ao mundo que o Pai O enviou, conforme João 17.

Essa é a grande transformação e é com ela que todos nós estamos comprometidos.

Relacionamento

É fantástico o quanto de ensino há naqueles gestos da irmã Elmira e do Irmão André. Ela, querendo ajudar, fez o que qualquer de nós faria: uma doação.

Ele, revelando o tipo de engajamento que o ministério quer, aceitou a doação, mas pediu algo mais: o relacionamento permanente. Afinal, como formar mais uma afiliada da ODI sem um relacionamento, no mínimo, duradouro?

A irmã Elmira ficou profundamente honrada pelo pedido do Irmão André, fundou a Missão, recebeu-a na própria casa e, até hoje, é uma voluntária, mesmo aos 85 anos de idade. Ela captou a importância do relacionamento.

E o exemplo dela nos serve de ensino: os irmãos perseguidos não querem nosso dinheiro, eles querem nossa atenção, nossa oração, nosso amor.

Gratidão

Graças a Deus pela vida dos que militam na Missão hoje, desde seu dirigente máximo até o mais simples colaborador. Que Deus os capacite e os inspire a fazer um trabalho que o glorifique e cumpra seus propósitos. Graças a Deus por todos, sem exceção, a quem ele mesmo concedeu o privilégio de terem sido participantes dessa história.

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Douglas Monaco, atualmente auditor interno da Open Doors International, ocupou o cargo de Secretário Geral da Portas Abertas Brasil entre abril de 1990 e dezembro de 2009.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


quarta-feira, 6 de março de 2013

Missão Portas Abertas divulga nota desmentindo rumores de que o pastor Yousef Nadarkhani teria sido assassinado



O pastor Yousef Nadarkhani está vivo, embora continue no Irã, onde há forte perseguição a cristãos.

A Missão Portas Abertas divulgou um comunicado desmentindo rumores que circularam pelas redes sociais afirmando que Nadarkhani teria sido assassinado.

“Em busca de informações mais precisas, demoramos a nos pronunciar, entretanto, chegamos com boas novas: a notícia que tem percorrido sites e redes sociais de que o Pr. Yousef Nadarkhani foi assassinado é falsa”, diz a nota.

Segundo a Missão, “um colaborador da Portas Abertas, em contato direto com uma fonte próxima ao pastor afirmou que Nadarkhani está vivo”, garante o texto, que ainda pede a divulgação da informação para combater os boatos e garantir que os cristãos de todo o mundo orem por ele.

“Agora é muito simples: compartilhe essa mensagem com o máximo de pessoas possível, para que tais rumores terminem. Ao invés de lamentar a morte de Yousef, ore para que o Senhor o fortaleça e o sustente. A luta ainda não terminou”, enfatiza o texto.

Yousef Nadarkhani se tornou mundialmente conhecido ao ser acusado de apostasia do islamismo, o que segundo as autoridades do Irã, deve ser punido com a morte. Entretanto, os advogados de Nadarkhani conseguiram reverter a condenação provando que o pastor nunca havia se convertido oficialmente ao islamismo, e que portanto, não poderia ser enquadrado na lei.

Apesar disso, ele foi mantido preso por três anos sob acusação de promiscuidade e prostituição, e em setembro de 2012 foi liberado da prisão, retornando em dezembro para cumprir o restante de sua pena. A libertação definitiva do pastor aconteceu em 2013.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013

Número de cristãos na África chega a 500 milhões e continente poderá ser o maior reduto da religião no mundo



A África poderá se tornar o continente com maior concentração de cristãos em todo o mundo. Essa é a conclusão do estudo realizado pela Universidade Censur em El Jadida, Marrocos a respeito das religiões nos países africanos.


A população cristã tem crescido em taxas mais altas que os muçulmanos no continente, e hoje, 46% das pessoas na África são cristãs, contra 40% de muçulmanos e 12% de adeptos a religiões de matriz africana.

Em termos globais, os cristãos da África atualmente somam 500 milhões de pessoas, o que representa 20% dos cristãos de todo o mundo. Em 1900, o continente possuía apenas 10 milhões de cristãos, o que representava apenas 2%.

A pesquisa concluiu ainda que o cristianismo é a religião predominante em 31 países africanos, contra 21 de predominância islâmica e 6 de maioria religiosa afro, segundo informações do Noticia Cristiana.

No relatório da Universidade Censur há ainda uma previsão de que, mantido o ritmo, a África poderá se tornar o continente com maior concentração de cristãos em todo o mundo, superando a América.

Há a preocupação, por parte dos responsáveis pelo estudo, que esse crescimento possa resultar em maior perseguição religiosa, devido às transformações sociais e culturais que o aumento da população cristã causará nesses países.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+

quinta-feira, 10 de janeiro de 2013

PALESTINA: cristãos que apóiam judeus são discriminados


Funcionários da Autoridade Nacional Palestina (ANP) informaram que o pastor Naim Khoury que sua igreja, Igreja da Primeira Igreja Batista Belém, não tem autorizaçaõ para emitir documentos com legalidade diante do governo.

“Eles disseram que a nossa legitimidade como uma igreja a partir de um ponto de vista governamental não é aprovado”, disse o filho do pastor, Steven, que serve como pastor assistente na Primeira Igreja Batista. “Eles disseram que não reconhecerão qualquer documento legal de nossa igreja. Isso inclui certidões de nascimento, certidões de casamento e atestados de óbito.”

De acordo com Steven o anúncio do ANP vem logo após a conferência cristã Checkpoint. A conferência, que ocorreu de 05 a 09 de março, era uma reunião de cerca de 600 evangélicos de todo o mundo (principalmente dos Estados Unidos) para discutir a teologia do sionismo cristão, que alguns evangélicos acreditam aumentar a perspectiva de violência no Oriente Médio e dá apoio às políticas israelenses.

Existe um sentimento entre alguns cristãos da cidade de Belém que a animosidade contra cristãos aumentou na cidade ao longo dos últimos anos.

Steven disse que esta é a segunda vez que a igreja fica proibida de prestar serviços à comunidade por falta de aprovação do PA. Ele disse que outras igrejas em Belém, que não apóiam os judeus, não são incomodadas.”Acreditamos que é pessoas que não gostam do que estamos fazendo ea mensagem que nós oferecemos”, disse Steven.

A mensagem da Igreja de reconciliação vai em total contra-mão da propaganda que permeia a sociedade palestina.