quinta-feira, 29 de maio de 2014

Cemitério de Missionários - João Luiz Santiago


Uma análise do não ambiente missionário da grande maioria de nossas igrejas e lares.


Li há meses o relato de um missionário discorrendo sobre as dificuldades de seu ministério na Ásia. Ele atua num país islâmico que, apesar de não completamente fechado ao evangelho, há muitas desistências de obreiros em face das dificuldades encontradas. A região é considerada, em meios missionários, como “cemitério de obreiros” ou “cemitério de missionários”. Sabe-se também de realidades semelhantes em alguns países da América Latina.

Que interessante isso, denominarmos uma região ou área ministerial como “cemitério de missionários” devido as agruras e dificuldades do trabalho. É assim denominada porque muitos obreiros voltam prematuramente do campo, como que mortificando, assim, sua vocação ministerial missionária naquele lugar.

Realmente, a falta de frutos, perseguições, antipatias variadas, sacrifícios pessoais e familiares, etc. são elementos de desânimo e retorno prematuro do campo.

Motivado por isso, gostaria aqui de fazer uma reflexão a respeito.

Entre os indígenas das selvas amazônicas há uma experiência assemelhada, eu diria. Por exemplo, nossos filhos, em nossa experiência ministerial, e de muitos colegas que atuam entre povos indígenas isolados, deixaram de ter o convívio dos parentes, encontros familiares, datas especiais, etc. Nova língua (aliás, duas em nosso caso), cultura (idem), etc. foram desafios no norte do Brasil para nossa família, com uma diferença: sem os confortos de uma cidade e seus recursos e entreterimentos, mas em duas casas isoladas. Uma totalmente de madeira, fincada, literalmente, no meio da selva (1 hora e 15 min. de voo da cidade sede da Missão!), e a outra de pau-a-pique (feita de madeira, barro e areia) nas frias serras ao lado do Monte Roraima. Naquela, água só do rio ou da chuva e, nesta, do poço. Banho? no rio ou de chubalde…

Privações e vida simples foram comuns para nossa família, assim como o é para muitos missionários entre povos indígenas do Brasil, por exemplo. Obviamente, há também muitas vezes certas animosidades por parte do povo alvo, assim como perseguições variadas em suas sutilezas e metodologias oriundas de ONGs de “defesa dos direitos humanos”, órgãos oficiais e outros interesses bastante fortes como os de garimpeiros, madeireiros, fazendeiros, grileiros, etc.

Infelizmente, eu e minha esposa não pudemos ver de forma mais clara, enquanto no campo, o resultado do trabalho de nossas mãos. Outros colegas colheram e estão colhendo, o que outrora fora semeado, o que nos causa grande alegria. Que maravilha ouvirmos de muitos obreiros atuais que estão batizando aqueles que têm entregado suas vidas a Jesus; eu não tive o privilégio de batizar nenhum dos indígenas com os quais trabalhei por 14 anos. Louvado seja o Senhor!!! Aleluias pelo que tem acontecido atualmente, e já há alguns anos.

Pois é, essa é a realidade; é o ministério missionário entre indígenas amazônicos: sacrifícios, isolamento, perseguições, privações, comidas diferentes, insetos, animais peçonhentos, malária, rios encachoeirados, perigos mil… Tudo isso é parte do dia-a-dia de obreiros nas selvas. É inerente ao ministério, pura e simplesmente.

Mas espere! Na verdade, que sacrifícios são estes comparados aos pioneiros que desbravaram há cinquenta, setenta anos atrás aquelas selvas, se embrenhando por elas? Que sacrifícios são estes comparados ao esvaziamento de Jesus quando veio e habitou entre nós???

A expressão, “cemitério de missionários” é mais uma daquelas expressões que em nada contribui para o reino ou para novos missionários se juntarem à tarefa, seja em que campo de atuação for. Conheci obreiros que trabalharam com povos indígenas e que saíram do trabalho frustrados, tristes, desanimados, etc. e nem por isso há um cemitério de missionários nas selvas amazônicas. Aliás, considerando o ministério entre os indígenas do Brasil, especialmente da região da Amazônia Legal, poderíamos tomar emprestada esta expressão para fazer referência às dificuldades, limitações, sacrifícios e outras muitas palavras que descrevem os contextos ministeriais adversos entre esses povos que ali vivem. Mas isso seria bobagem!

A expressão “cemitério de missionários” para que serve??? Serve apenas para o contraproducente, o repelir novos obreiros; serve apenas para afagar a auto comiseração de muitos obreiros, ou o ego de missionários “Indiana Jones” às avessas. Bobagem!

Os cemitérios de missionários, se é que vamos usar tal expressão sensacionalista, estão muito longe dos campos onde os obreiros atuam, seja em que continente for. Cemitério de missionários são púlpitos estéreis de desafios missionários. São púlpitos covardes que não confrontam os membros da igreja para o envolvimento em missões. Isto sim, poderíamos chamar de cemitério de missionários.

Cemitério de missionários são pais egoístas que não liberam seus filhos e filhas para o serviço de Deus. Cemitério de missionários são pastores pequenos, fracos, covardes que não são capazes de abrir a Palavra e afirmar “… assim diz o Senhor…” sobre a necessidade de mais obreiros transculturais.

Cemitério de missionários são escolas de formação teológica onde a teologia é motivo de afastamento dos futuros formandos dos campos. É sabido, e tristemente atestado, que muitos alunos iniciantes sofrem de um acentuado arrefecimento de sua visão e vocação ministeriais missionárias à medida que avançam em seus estudos teológicos. São alvos (eu diria, vítimas) de professores que atribuem à teologia, ou a carreira ministerial, como ascensão acadêmico-social, um quase “plano de carreira academicista”.  Por esta razão muitos egressos dessas escolas nem pensam em sair de um grande ou médio centro para plantação de igreja em regiões necessitadas. Nem mesmo pastorear um grupo menor ou mais afastado. Missões de ponta de lança? Nem pensar em tal coisa!!! São obreiros nati-mortos em termos missionários; isto, sim, é cemitério de missionários.

Que coisa triste, lamentável mesmo pois, quem é a “mãe da teologia” senão a revelação e comunicação de Deus a nós, (missões!) que, justamente, é o objeto da teologia?!

É lamentável também vermos igrejas que têm um potencial enorme para suprirem os campos missionários com seus rapazes e moças, mas que se contam nos dedos, quando muito, os que dali saíram para os “…campos brancos para a ceifa”.

Não é pequeno o número de pastores que não conseguem ver além do reino sectário de sua igreja e ou denominação. Há muitos pastores que conseguem motivar os seus jovens para carreiras profissionais, apoiá-los em seus cursinhos e faculdades, orar por eles ao serem aprovados no vestibular ou quando vão morar em outra cidade, estado ou país distantes. Mas não os motivam à carreira ministerial. Para esta última, há uma série de exigências a serem cumpridas para que tenham a aprovação da liderança. Exigências estas muitas vezes absurdas.

Líderes que agem como se fossem os donos da vocação ou do chamado de Deus para suas ovelhas; que tristeza!

Enquanto tal ocorre muitos jovens são arrefecidos em seu entendimento do serviço a Deus. Muitos nem mesmo ouvem de seus líderes, seja do púlpito ou em conversas pessoais, sobre a necessidade de exposição do evangelho entre os povos ainda não alcançados. Não são despertados para a verdade que o alcance desses povos depende do desprendimento de rapazes e moças que se lancem, depois de bem preparados, ao campo missionário.

E o que dizer de pais que projetam nos filhos seus sonhos frustrados de outrora?! Em consequência disso, só conseguem vislumbrar uma carreira secular promissora para seus filhos. Carreira esta que produzirá ganhos materiais e estabilidade financeira, pois não admitem seus filhos como obreiros do Senhor, missionários onde Deus os quiser conduzir. Muitos até mesmo querem fazer dos seus filhos esteios de sua velhice, onde a segurança futura é depositada no bom sucesso de suas crias.

Que desperdício de juventude, criatividade, vigor, inteligência, etc. se observa quando os pais não admitem que seus filhos sirvam ao Senhor. Muitos consideram isso até mesmo vexatório, humilhante, atestado de incapacidade. ” – Meu filho, obreiro do Senhor, missionário??? De forma alguma! Ele será alguém na vida”. É a afirmação, normalmente não verbalizada, mas algumas vezes, sim, de muitos pais.

Quanta marginalização por parte de pais egoístas que não conseguem ser motivadores para que seus filhos encontrem plena realização no serviço do Mestre, na obra missionária.

Sim, há muitos cemitérios de missionários em muitos lares de pais crentes mas que pouco confiam no Senhor para a condução e direção dos seus filhos.

Infelizmente, há dois tipos de pessoas, onde os jovens que desejam servir ao Senhor, encontrarão dificuldades de darem cabo de sua vocação e decisão de servirem no campo missionário: os pastores e os pais. Estes por seus, basicamente, egoísmos e medos de deixarem Deus conduzir seus filhos. Aqueles por terem uma visão medíocre e, não raras vezes, orgulhosa, a tal ponto de se constituírem nos donos da vocação de suas jovens ovelhas.

Precisamos, obviamente, reverter este triste quadro, tanto o pastoral/eclesiástico quando o paterno/familiar. A obra missionária que está diante de nós não comporta pensamentos e atitudes tão pouco visionárias, egoístas e medíocres. A obra missionária a ser feita só poderá, efetivamente, acontecer com nova mão de obra. E esta se encontra, exatamente, dentro de nossos lares e de nossas igrejas.

Ser um engenheiro, médico, advogado, dentista, militar, etc. qualquer um pode ser e desempenhar uma ótima profissão, com testemunho relevante no tecido social onde trabalhará. Mas um obreiro de Deus, um missionário de dedicação exclusiva ao serviço do Senhor, é tarefa apenas para aquele que persistentemente assim decidir e lutar. Que não se conforma com o cemitério que há ao redor de si, em sua igreja e ou lar.

Estes lutarão e insistirão já em sua própria casa e igreja, pois são, geralmente, nesses ambientes onde encontrarão as primeiras e mais fortes contrariedades para prosseguir.

Muitos pastores e pais, em flagrante reflexo de falta de visão e compromisso sério e visionário com Deus, serão os primeiros a tentarem (e muitos o conseguirão) demover suas ovelhas e filhos dessa “loucura” de querer ser missionários.

Nossa família, filhos e nossas ovelhas são instrumentos do Senhor para o alcance dos perdidos sem o conhecimento de Deus. Mas para que nós, pais e pastores, saibamos conduzir tais instrumentos a efetividade ministerial, necessitamos usar mais adequadamente a autoridade que o Senhor nos delegou. Usá-la com visão larga e aberta das necessidades e oportunidades do campo missionário. Usá-la debaixo da dependência do Senhor desses campos e do Seu desejo em alcançá-los. Usá-la de forma menos egoísta e marginal, a fim de que nossas ovelhas e filhos vejam em nós o entendimento de serem eles a resposta de Deus aos campos.

Queridos, precisamos abrir mão dessa potencial mão-de-obra; precisamos dar direcionamento bíblico abalizado a ela; precisamos ser melhores mordomos das ovelhas de nossas igrejas e filhos de nossos lares.

Não podemos ser pás que trabalham com a morte num cemitério de missionários em nossas igrejas e lares.

Que sejamos aqueles que trabalham com a “puericultura missionária”. Aqueles que promovem e asseguram o nascimento e o desenvolvimento de visões saudáveis naqueles que o Senhor nos deu a liderar.

Que O Senhor nos ajude. E Ele assim quer!

Juntos com Jesus, o Missionário por excelência,


João Luiz Santiago



João Luiz, e Denise, sua esposa, são missionários da MEVA. Trabalharam 14 anos entre os yanomamis e macuxis, no estado de RR. Atualmente coordena o Dpto. de Missões do SBPV. Seu filho, João Luiz (Joãozinho), é também missionário da MEVA entre os yanomamis. Sua filha, Lara Luíza, com seu marido, André, se preparam para a obra.


Fonte: http://www.meva.org.br/artigos/

segunda-feira, 26 de maio de 2014

Na China, autoridades emitem ordem de fechamento e demolição do templo de mais uma igreja


As autoridades chinesas determinaram o fechamento e a demolição de outra igreja cristã por conta de seu tamanho e do símbolo da cruz.

Na China, um estado ateu e que condiciona a liberdade religiosa a um rígido controle do governo, muitos cristãos tem se negado a fazer parte das igrejas consideradas oficiais e iniciado a construção de templos independentes.

O jornal The Telegraph noticiou que a Igreja Xiaying Santo Amor, em Ningbo, uma cidade portuária de Zhejiang, foi condenada a fechar, e os fiéis dizem que as autoridades estão preocupadas com o crescimento do número de cristãos nos últimos anos.

O templo da igreja custou mais de US$ 4 milhões, e seus dez andares deverão ser demolidos apesar de o edifício ter todas as licenças de engenharia e funcionamento. O motivo da ordem de demolição seria uma cruz na fachada do templo, que teria sido considerada “muito clara, muito alta e muito grande”.

“Inicialmente as autoridades pediram que nós colocássemos [a cruz] na parede, e como nós nos recusamos, agora disseram que vão derrubar toda a igreja”, comentou um dos membros da igreja.

O último culto foi realizado em 11 de maio, e depois dessa data, os pertences da denominação foram retirados do local. Segundo os fiéis, o Partido Comunista está “com medo de que o cresça o número de cristãos no país, o que geraria conflitos com as suas políticas”.

Em abril deste ano, outro templo cristão recebeu ordem de demolição no país. A igreja Cristã Sanjiang reuniu milhares de fiéis numa tentativa de impedir a demolição, mas as autoridades foram em frente com seu plano.

Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

sexta-feira, 23 de maio de 2014

Pastor Saeed Abedini é espancado em hospital e levado de volta à prisão no Irã; Líderes cristãos pedem oração


O pastor Saeed Abedini foi reenviado à prisão no Irã após ser agredido no hospital onde se recuperava de uma cirurgia feita para reparar os danos físicos sofridos durante as sessões de tortura a que foi submetido nos interrogatórios.

Abedini estava há dois meses no hospital e na terça-feira, 20 de maio, foi espancado e transferido de volta à prisão, segundo informações do Centro Americano de Lei e Justiça (CALJ), que tem representado o pastor na luta por sua libertação.

“Este é um desenrolar extremamente decepcionante – que quebra o meu coração. Nossa família está profundamente entristecida e continuamos a orar por Saeed, pela sua segurança e sua libertação. Estamos muito gratos que tantas pessoas ao redor do mundo continuem a orar por Saeed”, afirmou Nagmeh, a esposa do pastor.

O CALJ revelou ainda que a transferência de Saeed de volta à prisão foi realizada sem qualquer aviso prévio à família.

Saeed Abedini é iraniano, porém se tornou cidadão americano após ir morar nos Estados Unidos, onde se converteu. Ele foi preso em julho de 2012 acusado de espionagem por conta de suas constantes viagens aos Estados Unidos. Entretanto, especialistas afirmam que o real motivo da prisão era sua conversão ao cristianismo.

O pastor Franklin Graham pediu aos cristãos norte-americanos que orem por Abedini, e se empenhem na causa da libertação do pastor, assinando a petição que cobra das autoridades iranianas que reveja o processo.


Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

sexta-feira, 25 de abril de 2014

Muçulmana afegã se converte ao Evangelho após sobreviver a tempestade durante fuga de seu país


Uma mulher muçulmana que buscava exílio de seu país, Afeganistão, revelou como se converteu ao cristianismo durante a viagem de barco à Europa.

Durante uma tempestade, ela e outras 65 pessoas estavam espremidas na embarcação, sem comer ou beber há três dias, quando veio a constatação desesperada: “Nós vamos morrer”. Ela e outras pessoas passaram a fazer preces a Alá, pedindo por sobrevivência.

No meio do terror da tempestade, o barco mergulhou de bico, jogando todas as pessoas numa única direção. Nesse momento, lembrou de partes de uma conversa que teve com sua irmã, cristã, na Austrália, e com seu irmão, também cristão, na Alemanha.

Nesse momento, a mulher lembrou das cenas de um filme sobre Jesus que ela havia visto, e orou a Deus, clamando por livramento: “Se permitir que eu e meus filhos sobrevivamos, irei a uma igreja assim que chegar a terra firme”, disse ela.

Ao terminar a frase, o barco se endireitou, e as pessoas que estava à bordo comemoravam a sobrevivência ao susto. No entanto, a mulher sentia no coração que aquele livramento era resultado da intervenção divina.

Na sequência, uma embarcação grega aproximou-se e os tripulantes passaram a jogar garrafas de água para os refugiados. O barco em que viajavam foi guinchado em segurança até à praia, onde os passageiros foram atendidos, recebendo roupas secas, comida e abrigo.

Quando pôde, a mulher foi a uma igreja, como cumprimento de seu voto. Uma cerimônia de casamento estava sendo celebrada, então ela sentou e assistiu. Na semana seguinte, foi a outra igreja, sentou nos fundos e assistiu ao culto, mesmo sem entender nada. Na terceira visita a uma igreja diferente, embora não compreendesse o que era dito, sentia-se em paz, e achou isso bom.

Nesse lugar, ouviu falar de um centro de refugiados afegãos, onde seus compatriotas recebiam assistência. Ao chegar ao local, notou que era uma instituição mantida por uma igreja cristã. Voluntários entregaram um exemplar da Bíblia no idioma afegão, e ela pôde conhecer os ensinamentos cristãos, como amor ao próximo, perdão aos inimigos, virar a face, entre outros.

A refugiada passou a comparar esses princípios com os ensinamentos de sua antiga religião, e assim, começou a sentir-se atraída pelo Jesus que aqueles voluntários pregavam. Depois de quatro meses, tomou a decisão de aceitá-lo como Salvador, e lembrou de seus familiares que haviam se convertido ao Evangelho.

A vida num país diferente do seu, embora difícil, começava se mostrar menos incerta, pois sentia que Deus respondia suas orações. “Da tempestade no mar para a paz no meu coração, eu sou verdadeiramente grata! Louvado seja Deus”, disse a refugiada, agora convertida, ao Assist News Service.

Bruce McAtee, diretor do Centro de Refugiados do Hellenic Ministries, onde a mulher recebeu assistência, comentou a história de vida e testemunho da refugiada: “Depois disso, essa mulher se juntou a sua família na Suécia, no mês passado. Antes de sair, ela deu seu testemunho na igreja e eu tive o privilégio de batizá-la. Foi um momento poderoso como saiu da água com lágrimas e orações. Ela deixou a Grécia com um fardo e uma convicção para compartilhar com outras pessoas sobre esta nova vida de esperança, paz, amor, perdão, e tudo o que é encontrado em Cristo”.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

sábado, 1 de fevereiro de 2014

Extremistas islâmicos do Boko Haram invadem igreja e matam fiéis a tiros; Número de mortos chega a 107


O mais recente ataque de perseguição religiosa impetrado pelo grupo extremista islâmico Boko Haram, na Nigéria, deixou 107 mortos.

O ataque terrorista aconteceu nos dias 26 e 27 de janeiro, quando membros do grupo dispararam contra uma vila e uma igreja, segundo informações da agência Reuters.

As iniciativas de ataque do Boko Haram visam impor a lei islâmica sharia à população nigeriana, que é formada por grupos religiosos diversos, incluindo cristãos e muçulmanos.

Especialistas apontam o grupo terrorista como principal ameaça à segurança do país, que é um dos maiores exportadores de petróleo no continente africano.

Os alvos dos extremistas foram a vila de Kawuri, no estado de Borno, na região nordeste do país, e uma igreja no estado de Adamawa.

Em Kawuri, 85 pessoas foram mortas a tiros por homens armados e uniformizados, que depois, queimaram as casas da vila e seqüestraram algumas mulheres que sobreviveram ao tiroteio. Na igreja de Adamawa, 22 fiéis foram mortos durante um culto.

Por Tiago Chagas, para o Gospel+


Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/

domingo, 26 de janeiro de 2014

Governo do Irã está banindo o cristianismo e fechando as igrejas em todo o país


Nas últimas semanas a atenção mundial se voltou para o Irã por causa dos elogios de diversos líderes internacionais à decisão do país em fechar parte de seu programa nuclear. Parte dessa atenção vem também do fato de que o anúncio do Irã pode motivar o fim de algumas das sanções econômicas impostas a ele pelos Estados Unidos e União Europeia, como parte do acordo feito no ano passado sobre o fechamento do programa nuclear.

Porém, um fato que passa despercebido, apesar de o Irã de estar no centro das atenções mundiais, é a crescente perseguição religiosa que os cristãos enfrentam no país. Segundo Michael Wood do ministério Portas Abertas nos EUA, está em andamento um fechamento sistemáticos das igrejas cristãs em todo o país.

- É basicamente ilegal até mesmo ir a uma igreja – explica Wood, que revela ainda que o governo tem seguido e examinado a vida de supostos cristãos, com o objetivo de fechar as igrejas que estes frequentam.

Com isso, ele conta que muitos grupos de cristãos têm se reunido em casas, ao invés de ir às igrejas. Porém, a reunião de um grande número de pessoas nas casas acaba chamando a atenção também, e toda essa situação tem tornado ainda mais difícil a vida dos cristãos no país.

Segundo Wood a situação dos cristãos no Irã só tem se agravado desde a última eleição presidencial, mas, a despeito disso, um grande número de pessoas está se convertendo, oque gera ainda mais resistência por parte do governo islâmico iraniano.

Em nono lugar na Open Doors World Watch List, publicação anual do ranking de 50 países onde a perseguição aos cristãos é mais severa, o Irã tem reagido de maneiro enérgica ao crescimento do número de cristãos no país, fechando igrejas e perseguindo aqueles que se convertem do islamismo ao cristianismo.

Porém, Wood afirma que “sob a perseguição que está acontecendo, você vê uma Igreja em crescimento”.

Diante dessa situação, o ministério Portas Abertas pede aos cristãos do mundo inteiro que orem em favor dos irmãos iranianos, para que eles tenham perseverança, e continuem compartilhando sua fé.

Por Dan Martins, para o Gospel+


Fonte: http://noticias.gospelmais.com.br/